Pincipais nomes cotados para concorrer a presidência. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Com as eleições presidenciais de 2026 sendo a principal mira de muitas figuras políticas, partidos políticos e lideranças já começam a articular seus nomes para a disputa. Entre os possíveis candidatos, surgem figuras tradicionais da política e outsiders que buscam espaço no cenário nacional.
Entre os nomes de fora da política, o influenciador e ex-coach Pablo Marçal (PRTB) ganha destaque após um desempenho surpreendente nas eleições municipais de São Paulo, em 2024. Mesmo sem alcançar o segundo turno, Marçal demonstrou potencial eleitoral, chamando a atenção de partidos maiores, como o União Brasil. O comunicador e humorista Danilo Gentili também é cotado, com o apoio do deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), que tenta consolidar o MBL como um partido político.
Outro nome inesperado é o do cantor Gusttavo Lima, que recentemente declarou sua intenção de concorrer à Presidência, movimentando o cenário político e gerando curiosidade sobre o impacto de sua candidatura.
Inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) trabalha nos bastidores para definir um candidato que represente seu grupo político. Entre os cotados estão sua esposa, Michelle Bolsonaro, e os filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, além de aliados como Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ratinho Júnior (PSD).
No campo da esquerda, a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é tratada como prioridade, apesar de fatores como idade e saúde. Lula já afirmou que pode ser candidato novamente “se necessário” para impedir o retorno da extrema-direita. Caso ele decida não concorrer, nomes como Fernando Haddad, Geraldo Alckmin (PSB), Eduardo Paes (PSD), Camilo Santana e Gleisi Hoffmann (PT) surgem como alternativas nos bastidores, embora nenhum tenha sido oficialmente confirmado.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), foi o primeiro político tradicional a anunciar publicamente sua intenção de disputar a Presidência. Outros, como os governadores Romeu Zema (Novo) e Tarcísio de Freitas, preferem adotar uma postura discreta para evitar confrontos antecipados com Bolsonaro.
Com tantos nomes em jogo, a corrida eleitoral já começou, mesmo que oficialmente os partidos só apresentem seus candidatos em meados de 2026. O cenário promete ser disputado, mesclando figuras tradicionais com novos protagonistas que buscam conquistar o eleitorado brasileiro.
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