Bolsonaro Foto:Reprodução/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando pessoas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. (VEJA O VÍDEO ABAIXO)
Em coletiva a imprensa nesta terça-feira, 18 de fevereiro, Bolsonaro criticou as penas aplicadas, classificando-as como desproporcionais, e comparou a situação dos detidos à de criminosos condenados por tráfico e corrupção, que, segundo ele, cumprem penas mais brandas. Bolsonaro também mencionou casos de presos que teriam morrido sob custódia e questionou a Justiça sobre a demora na libertação de alguns envolvidos.
"Prioridade pra mim é a anistia, para aspessoas que estão presas, inocentes, cada segundo é uma eternidade. Imaginem vocês aqui, a mãe aqui, ir dormir e acordar sem o filho do lado. Você que é pai, como esse lá de Jiparaná, que vê aqui a esposa com seis filhos, tá pensando o quê? O tocante aos seus filhos, né que tão sendo a vida dele do dia a dia? Morreu um cara no presídio aqui porque o MP pediu três vezes a libertação dele. É justo isso que tá acontecendo? Essas condenações absurdas? Nem traficante, nem mega-corrupto, ninguém pega uma pena dessa. Ou se pegou já tá na rua logo um pouco tempo depois", disse Bolsonaro.
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Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
Ele estava internado no Hospital João XXIII, quando atentou contra a própria vida enquanto estava custodiado pela polícia.
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