Esse direito sé é concedido a quem informa o CPF no momento da compra. Esse número é registrado na nota fiscal eletrônica, permitindo que o consumidor acumule créditos.
Dinheiro. Foto: Reprodução/Pixabay
Milhares de consumidores no estado do Piauí ainda desconhecem que têm dinheiro disponível para resgate, acumulado por meio de notas fiscais. De acordo com dados da Secretaria da Fazenda (SEF), mais de R$ 3 milhões seguem à espera de titulares que não incluíram o CPF nas compras ou não acessaram os créditos gerados. A prática, simples e rotineira, pode gerar retorno financeiro e ainda ajuda no combate à sonegação de impostos.
O benefício é concedido a quem informa o CPF no momento da compra. Esse número é registrado na nota fiscal eletrônica, permitindo que o consumidor acumule créditos e participe de sorteios promovidos pelo programa Nota Piauiense. Muitos deixam de aproveitar esse recurso por falta de informação ou por não se atentarem aos prazos para consulta e resgate.
Sempre que um consumidor realiza uma compra em estabelecimentos do Piauí e solicita que o CPF seja inserido na nota fiscal, ele passa a ter direito à geração de créditos. Esses valores são acumulados a partir do imposto pago pelas empresas e podem ser transferidos para contas bancárias ou usados como abatimento em tributos estaduais.
O sistema de notas fiscais eletrônicas oferece benefícios não só ao consumidor, mas também ao estado. Com o CPF vinculado à compra, o comércio formaliza a operação, o que fortalece a arrecadação de impostos e garante mais transparência nas transações.
Os consumidores podem consultar seus créditos de maneira rápida, usando ferramentas digitais. O caminho mais comum é acessar o site da Secretaria da Fazenda do Piauí e localizar a seção específica para consulta de notas fiscais com CPF. Basta informar os dados pessoais e, se necessário, criar uma senha para acessar o sistema.
Também é possível fazer a verificação por meio do aplicativo mObei, disponível gratuitamente para celulares Android e iOS. O app permite cadastro com CPF e, em poucos toques, o usuário confere o valor disponível para resgate.
Ambos os métodos são seguros, gratuitos e acessíveis a qualquer cidadão. A recomendação é que a consulta seja feita com frequência, já que os créditos acumulados têm prazos para expiração.
Deixar de informar o CPF na nota fiscal significa abrir mão de benefícios diretos. Muitas pessoas fazem compras recorrentes em mercados, farmácias, postos de combustíveis e outros estabelecimentos sem aproveitar a chance de acumular créditos.
Além disso, o estado também perde. Quando menos CPFs são registrados, maior a dificuldade para fiscalizar arrecadações e combater práticas como a evasão fiscal. Inserir o CPF na nota, portanto, é uma forma de exercer a cidadania e contribuir com a economia local.
No Piauí, segundo a Secretaria da Fazenda, esse descuido tem impedido que mais de R$ 3 milhões cheguem ao bolso dos consumidores. Em tempos de orçamento apertado, o valor pode representar um alívio considerável para diversas famílias.
O primeiro passo para não perder dinheiro é criar o hábito de sempre pedir o CPF na nota. A atitude, embora simples, precisa se tornar automática no dia a dia. Também é importante acessar o site da SEF ou o aplicativo mObei com regularidade. Muitos consumidores só descobrem que tinham valores esquecidos meses depois, ou quando o prazo de resgate já expirou.
Além dos créditos, alguns estados oferecem sorteios com prêmios em dinheiro. Participar dessas iniciativas é uma vantagem extra que vem da mesma prática: informar o CPF nas compras.
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