Lula rodeado por pessoas. Imagem: Ricardo Stuckert/Reprodução/X
A relação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com os evangélicos segue estremecida. Um levantamento da AtlasIntel, divulgado nesta terça-feira, 11 de fevereiro, mostra que 80,1% desse grupo desaprova a gestão petista.
Este grupo se tornou o segmento religioso mais crítico ao governo.
Enquanto isso, em todos os outros recortes religiosos, católicos, crentes sem religião, adeptos de outras religiões, agnósticos e ateus, a aprovação do petista supera a desaprovação.
A pesquisa também indica que a popularidade do presidente caiu entre dezembro e janeiro. A aprovação do seu desempenho passou de 47,8% para 45,9%, enquanto a desaprovação subiu de 49,8% para 51,4%.
A resistência dos evangélicos a Lula pode ser explicada por uma série de fatores. Estes fatores incluem o alinhamento de grande parte desse público com pautas conservadoras e a influência de lideranças religiosas que se opõem ao governo.
Na última eleição, o segmento foi um dos mais favoráveis ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que frequentemente mobiliza o apoio desse eleitorado.
A pesquisa ouviu 3.125 pessoas entre os dias 27 e 31 de janeiro. Esta pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Com o Governo Lula, o Brasil caiu três posições no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, alcançando sua pior colocação. Portanto, com apenas 34 pontos, o país ocupa a 107ª posição entre os 180 países avaliados.
No entanto, a média global foi de 43 pontos, e a média nas Américas foi de 42. Porém, no ano passado, o Brasil obteve 36 pontos e estava na 104ª posição.
Acima de tudo, o IPC, elaborado pela organização Transparência Internacional, mede a percepção de corrupção em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto menor o número, pior a avaliação.
Sendo assim, o Brasil teve seus melhores desempenhos em 2012 e 2014, quando alcançou 43 pontos e ficou na 69ª posição durante o governo Lula.
Durante o governo Jair Bolsonaro (PL), o país chegou a alcançar a 94ª posição entre 2020 e 2022.
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O negócio está avaliado em cerca de US$ 2,1 bilhões, equivalente a mais de R$ 11 bilhões.
Segundo a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho, a iniciativa busca tornar mais eficaz a proteção concedida pela Justiça.
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