A família acredita que o fato do garoto ser bolsista na instituição pode ter contribuído para que os outros alunos fizessem esse tipo de associação ao menino.
Criança negra de 9 anos é apelidada de "CLT" e recebe "carteira de trabalho" de colegas de turma Fotos: Reprodução
Uma criança de apenas nove anos foi alvo de bullying em uma escola particular de São Luís, sendo apelidada de "mendigo", "CLT", "pedreiro" e "pobre" pelos colegas de turma. O caso foi descoberto pelo pai do menino, o jornalista e radialista maranhense Ismael Filho, após um diálogo com o filho motivado pela minissérie Adolescência, da Netflix, que aborda temas como violência e bullying.
Ana Flávia, filha de Ismael e irmã do menino, relatou que a família não tinha conhecimento da situação, pois a criança nunca mencionava os apelidos pejorativos que recebia.
“Já há algum tempo ele recebeu dos colegas essa carteira de trabalho de papel e era chamado por esses nomes. Ele nem sempre entendia o motivo, muito menos a gravidade do que está por trás disso”, afirmou.
A 'carteira de trabalho' mencionada foi feita pelos colegas e continha informações escritas à mão, como "Profissão: pedreiro civil", "Salário: 50,25 por ano" e "Jornada de trabalho: 18 horas por dia".
Assim que tomou conhecimento da situação, a família do menino denunciou o caso à direção da escola, que imediatamente organizou uma reunião com pais e professores para tratar do tema e oferecer suporte ao aluno.
A família acredita que o fato de Gustavo ser bolsista na instituição pode ter contribuído para que os colegas fizessem esse tipo de associação ao menino. “Isso revela problemas sociais profundos, como a relação entre ser bolsista e ser visto como pobre, e o fato de ele ser um menino
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