Clarissa Tércio e Bolsonaro. Foto: Divulgação
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou suas redes sociais, na manhã desta sexta-feira, 18 de julho, para se manifestar sobre a operação da Polícia Federal que teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em publicações, a parlamentar se solidarizou com o ex-presidente e criticou a medida determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Segundo ela, a decisão ocorreu pouco depois de o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgar uma segunda carta em apoio a Bolsonaro, pedindo que o julgamento no STF fosse interrompido imediatamente.
"Moraes manda colocar tornozeleira eletrônica em @jairmessiasbolsonaro logo após a segunda carta de apoio de @realdonaldtrump. Além da tornozeleira, foram impostas medidas cautelares e realizada operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente", escreveu a deputada.
Clarissa Tércio também afirmou que, na sua visão, o que está acontecendo com Bolsonaro não se trata de justiça, mas de uma retaliação política:
"Está cada vez mais claro: não é justiça, é vingança", declarou.
Em outra publicação, a deputada compartilhou uma imagem de Bolsonaro com a legenda: "Verás que um filho teu não foge à luta".
A Polícia Federal realizou, na manhã desta sexta-feira, 18 de julho, uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o cumprimento de uma série de medidas restritivas. A
defesa do ex-presidente confirmou a operação, que acontece na casa dele e também em locais ligados ao Partido Liberal (PL), legenda à qual é filiado.
A decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes, relator de inquéritos que investigam a conduta de Bolsonaro e aliados. O ex-presidente agora terá que usar tornozeleira eletrônica. Além disso, não poderá sair de casa entre 19h e 7h.
A Justiça determinou ainda que ele se mantenha afastado das redes sociais, o que inclui qualquer tipo de publicação ou interação, mesmo por meio de terceiros.
As medidas também impedem o ex-presidente de ter contato com embaixadores e diplomatas. Bolsonaro está proibido de se aproximar de embaixadas, consulados e outras representações estrangeiras. A ordem também vale para o contato com outros réus ou investigados nos processos que tramitam no Supremo.
Advogados próximos ao ex-presidente afirmam que ele recebeu as orientações da PF e já está ciente das determinações. A equipe jurídica tenta agora entender os detalhes da decisão e estuda quais medidas pode adotar em resposta, como recursos ou pedidos de revisão.
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As medidas são uma reivindicação da categoria desde 2018, quando houve paralisação nacional de dez dias.
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