Bolsonaro e Clarissa Tércio. Foto: Divulgação
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou as redes sociais nesta terça-feira, 15 de julho, para manifestar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, segundo ela, está sendo “duramente perseguido por enfrentar o sistema”.
A publicação, feita em seu perfil no Instagram, traz a frase “Somos todos Bolsonaro” sobre uma montagem com rostos da deputada e de seu marido, o deputado estadual Júnior Tércio, e a mensagem: “Força, Capitão!”.
No texto, Clarissa afirma que Bolsonaro precisa mais do que nunca do apoio da população.
“Não vamos abandonar quem sempre esteve ao lado da nação. Estamos com o Capitão Bolsonaro”, escreveu a parlamentar, que é uma das principais vozes da bancada conservadora em Pernambuco.
A postagem gerou reações entre seguidores e apoiadores. “Oremos pela vida de Bolsonaro”, comentou uma usuária. O pastor Júnior Tércio, marido da deputada, também respondeu: “Deus está no controle!”.
A manifestação ocorre em meio às investigações que envolvem o ex-presidente, como o inquérito da Polícia Federal sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado, que já resultou em medidas como bloqueio de bens, apreensão de passaportes e ações no Supremo Tribunal Federal (STF).
Clarissa Tércio tem se posicionado frequentemente em defesa de Bolsonaro, reforçando o discurso de que o ex-presidente estaria sendo vítima de perseguição política.
A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 9 de julho, o Projeto de Lei 406/2024, de autoria da deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE), que cria o Programa de Detecção Precoce e Tratamento da Adenomiose.
A proposta estabelece diretrizes para diagnóstico, acompanhamento e tratamento da doença, além de prever campanhas de conscientização e capacitação de profissionais de saúde. A adenomiose é uma enfermidade ginecológica que atinge milhões de mulheres e muitas vezes é confundida com cólicas menstruais comuns.
Segundo dados do SUS, mais de 11 mil atendimentos ambulatoriais e quase 4 mil internações foram registradas em 2021 com diagnósticos relacionados à doença.
"A aprovação desse projeto representa um avanço significativo para a saúde da mulher no Brasil. Muitas mulheres convivem com dores intensas e sangramentos por anos sem saber que sofrem de adenomiose. O que estamos fazendo é dar visibilidade a esse problema e garantir atenção adequada, com dignidade, ciência e políticas públicas eficazes", afirmou a parlamentar.
A proposta busca garantir políticas públicas permanentes de apoio às mulheres diagnosticadas, com base em dados epidemiológicos e protocolos padronizados.
O projeto também prevê a realização de campanhas educativas, investimentos em pesquisas sobre causas e tratamentos, e a criação de um sistema nacional para coleta de dados que ajude a mapear a prevalência da doença no país.
Estabelece também que o poder público deverá adotar medidas de formação continuada para médicos e profissionais da saúde, com foco em diagnóstico precoce e humanizado.
Com a aprovação, o texto segue agora para análise do Senado Federal.
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