A publicação de Clarissa ocorre após a primeira-dama participar de dois eventos em dias consecutivos: um em um terreiro de Candomblé e outro em um culto.
Clarissa Tércio e Janja. Foto: Reprodução
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou as redes sociais, nesta segunda-feira, 7 de julho, para criticar a agenda religiosa da primeira-dama Janja.
A publicação da parlamentar ocorre após Janja participar de dois eventos religiosos em dias consecutivos: um em um terreiro de Candomblé e outro em uma igreja evangélica.
Na quinta-feira (4), Janja visitou o Ilê Axé Omiojuaro, em Nova Iguaçu (RJ), acompanhada das ministras Anielle Franco (Igualdade Racial) e Margareth Menezes (Cultura). A visita fez parte do lançamento do edital Mãe Beata Justiça Ambiental, iniciativa voltada ao combate ao racismo ambiental e à valorização das mulheres de axé em seus territórios de fé e resistência. Na ocasião, a ialorixá Mãe Beata de Iemanjá foi homenageada postumamente com o título de Promotora da Igualdade Racial.
No dia seguinte, a primeira-dama também compareceu a um culto evangélico, o que gerou a reação de Clarissa Tércio.
Em um vídeo publicado em suas redes, a deputada afirma que “ninguém pode servir a dois deuses”, em uma crítica direta à postura de Janja.
Segundo Clarissa, a atitude da esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria uma tentativa de agradar diferentes públicos, sem comprometimento real com os valores cristãos.
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) criticou nas redes sociais a decisão do governo federal de elevar o imposto de importação sobre carros elétricos e híbridos, medida que passou a valer da terça-feira, 2 de julho.
Em publicação acompanhada da imagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a parlamentar afirmou que o aumento representa mais um peso sobre quem trabalha no Brasil.
“O ministro voltou das férias! E ainda tem o IOF aêêê!”, diz o card divulgado pela deputada, em tom irônico.
Na legenda da postagem, ela acrescenta:
"Enquanto o Brasil afunda em crise, o governo segue metendo a mão no bolso de quem trabalha. Essa é a “sustentabilidade” do desgoverno: mais imposto, menos futuro", escreveu a deputada.
A medida anunciada pelo governo federal visa aumentar gradualmente o imposto de importação para veículos eletrificados, incluindo os 100% elétricos e os híbridos. A justificativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) é estimular a produção nacional e fortalecer a indústria automotiva brasileira.
O cronograma prevê a recomposição gradual das alíquotas até 2026, com a taxação começando em 10% neste ano e chegando a até 35%, a depender do tipo de veículo. Segundo o governo, as empresas que investirem na produção local poderão ter isenções ou benefícios dentro do novo regime automotivo.
Parlamentares da oposição, como Clarissa Tércio, argumentam que a medida desestimula o consumo de tecnologias sustentáveis e onera ainda mais o contribuinte, em um cenário de alta carga tributária.
Na votação que aconteceu na Câmara dos Deputados, a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) votou pela derrubada do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Em suas redes sociais, a deputada destacou o feito como uma "vitória" e afirmou que a medida seria uma tentativa do governo federal de "enfiar a mão no bolso do povo".
"Vitória! Votei sim pela derrubada do aumento do IOF imposto pelo governo Lula! Mais uma tentativa de enfiar a mão no bolso do povo foi barrada com o nosso voto firme e responsável. Não aceitaremos mais impostos, mais abusos nem mais ataques ao trabalhador brasileiro!", escreveu Clarissa Tércio.
A parlamentar também afirmou que segue 'lutando pelo Brasil sem mais impostos'.
"Seguimos na luta por um Brasil com menos carga tributária e mais liberdade para quem produz!", concluiu.
Já em outra publicação, Clarissa Tércio direcionou sua fala diretamente ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na postagem, Clarissa questiona Haddad sobre qual seria o novo imposto apresentado no dia, uma sátira ao fato de o responsável pela pasta ter proposto inúmeros projetos de aumento de impostos desde o início do mandato de Lula.
"@fernandohaddadoficial, bom dia! O povo brasileiro está na expectativa… vai ser imposto novo ou aumento de algum velho? Só não esquece que já estamos no limite! Forte abraço!", escreveu.
O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25 de junho, o projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do novo decreto do governo Lula sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
O texto foi analisado pela Casa Alta do Congresso logo após o texto passar na Câmara, por 383 votos a 98 No Senado, a apreciação do PDL foi marcada pela reação de governistas, que destacaram como a Casa descumpriu acordos firmados sobre o tema.
O texto foi aprovado em votação simbólica, conforme sugestão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP). O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), indicou que não pediria o registro nominal e então anunciou-se um acordo para que a votação fosse simbólica, apenas com o registro de votos contrários ao PDL. Com a aprovação, a matéria vai à promulgação
No parecer favorável à derrubada, o senador Izalci Lucas (PL-DF), argumentou que o novo decreto do governo reintroduz medidas que causaram reação no Congresso Nacional, apresentando um "substancial aumento da carga tributária sob o disfarce de ajustes técnicos".
Segundo o parlamentar, o novo decreto do governo Lula traz uma "reedição normativa que aprofunda vícios, reforçando a percepção de improviso".
Izalci Lucas destacou que permanece no texto o aumento do IOF, com o "desvirtuamento" da função extrafiscal do tributo, argumentando que o aumento do IOF "eleva o custo do capital para empresas, especialmente as de menor porte" e que os efeitos da medida ainda recaem sobre o consumo.
Na visão do relator, o Executivo "reiterou práticas incompatíveis com o ordenamento jurídico e o interesse público" ao editar o novo decreto.
Durante a discussão do PDL, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que a Casa descumpriu acordos firmados sobre o IOF.
"A Casa vive de cumprir acordo. Foi feito um acordo que está sendo descumprido. Houve uma mudança de posição", disse
O petista afirmou que o governo ainda não decidiu o que fará sobre a possível derrubada dos decretos e criticou a votação.
"Registro minha insatisfação com a votação tão acelerada dessa matéria. Vou esperar outros falarem para tomar minha decisão", disse.
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