Lula e Bolsonaro durante debate. Foto: Reprodução
Divulgada nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, a pesquisa da Genial/Quaest mostra que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem uma rejeição maior que a de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, 53% dos eleitores que conhecem Bolsonaro afirmam que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto a rejeição de Lula é menor, ficando em 49%.
Nos cenários simulados de segundo turno, Lula venceria Bolsonaro e todos os outros adversários testados. A pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem uma lista de candidatos, mostra os dois empatados com 9% das menções. No entanto, 78% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar, indicando um cenário indefinido para 2026.
Foram entrevistados presencialmente 4.500 brasileiros, de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 26 de janeiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos.
Nas seis simulações de segundo turno, Lula tem mais de 40% das intenções de voto. A menor diferença aparece na disputa com o cantor sertanejo Gusttavo Lima, na qual Lula teria 41% dos votos contra 35%. Já o maior favoritismo de Lula se dá na disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil): 45% contra 26% no segundo turno.
Frente a Eduardo Bolsonaro (PL) e Pablo Marçal (PRTB), Lula abriria 10 pontos de vantagem: 44% contra 34% de ambos os potenciais candidatos da oposição. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a diferença a favor de Lula cai para nove pontos porcentuais: 43% contra 34%. A pesquisa testa ainda um cenário de segundo turno entre Lula e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no qual o presidente aparece com 45% das intenções contra 28%.
A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto porcentual. Nos quatro cenários de primeiro turno - que têm em comum a participação de Ciro Gomes (PDT) -, a liderança de Lula varia de 28% a 33% das intenções de voto, sendo o maior porcentual (33%) no cenário sem Tarcísio, Marçal e Eduardo Bolsonaro. No cenário sem Tarcísio, mas com Gusttavo Lima, Pablo Marçal e Eduardo Bolsonaro, a vantagem cai para 28%.
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