Atendimento médico a Jair Bolsonaro. Foto: Redes Sociais
Relatórios médicos emitidos na última quinta-feira, 28 de maio, apontam que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda não foi liberado para iniciar a fisioterapia ativa no ombro direito, cerca de quatro semanas após a cirurgia realizada na região. As informações foram divulgadas pela coluna Grande Angular, do Metrópoles.
De acordo com os documentos, assinados pelo fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas e pelo ortopedista Alexandre Firmino, Bolsonaro apresenta limitações nos movimentos do ombro operado, além de rigidez articular e restrições de mobilidade na área da cicatriz cirúrgica.
O fisioterapeuta também registrou diminuição da força e do tônus muscular durante o processo de recuperação.
Segundo ele, o ex-presidente ainda não recebeu autorização para realizar exercícios ativos com o ombro direito, podendo executar apenas movimentos envolvendo cotovelo, punho e dedos, além de atividades destinadas à manutenção das funções já permitidas.
Ainda conforme o relatório, a equipe médica autorizou apenas uma sessão semanal de fisioterapia nesta etapa da recuperação.
Em documento separado, o ortopedista Alexandre Firmino informou que Bolsonaro permanece em acompanhamento domiciliar e chegou ao 28º dia de pós-operatório.
O médico relatou que foram mantidas doses elevadas de medicamentos e uma dieta com baixo teor de acidez em razão de episódios recorrentes de soluços, descritos tecnicamente como singulto.
Firmino afirmou ainda que o ex-presidente não apresentou queixas relevantes de dor no ombro durante o período de recuperação. Segundo o relatório, a principal queixa recente foi de “queimação epigástrica com refluxo gastroesofágico”.
O médico acrescentou que Bolsonaro iniciou exercícios aeróbicos leves e progressivos, mantém a pressão arterial sob controle e continua apresentando um quadro de instabilidade crônica do equilíbrio corporal.
O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu no dia, 27 de maio, o prazo de 20 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) emitir um parecer sobre o pedido de revisão criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro para anular a condenação a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista.
Após receber a manifestação da procuradoria, o ministro, que é o relator do caso, vai deve decidir a questão. No dia 8 de maio, a defesa de Bolsonaro protocolou uma revisão criminal no Supremo e sustentou que a condenação deve ser revista porque houve “erro judiciário”.
1
3
4
12:57, 07 Out
29
°c
Fonte: OpenWeather
Caso o pedido seja homologado, os votos atribuídos a Garotinho serão definitivamente anulados e excluídos da base de cálculo dos votos válidos.
Defesa apresentou solicitação à Justiça, que determinou manifestação do Ministério Público; réu permanece preso preventivamente.
Justiça considerou excessiva a exposição da espectadora diante do público; defesa do cantor sustenta que a retirada ocorreu por segurança.
mais notícias
+