Blindado da Marinha do Brasil. Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), declarou nesta terça-feira, 28 de outubro, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou três solicitações de apoio das Forças Armadas em operações contra o tráfico de drogas no estado.
Diante das recusas, o governador afirmou ter autorizado a megaoperação realizada nesta terça-feira, 28 de outubro, utilizando apenas as forças de segurança estaduais.
O ofício, assinado no dia 29 de janeiro, o governador do Rio solicita ao ministro da Defesa, José Mucio, apoio logístico da Marinha do Brasil, com fornecimento de veículos blindados e respectivos operadores e mecânicos para atuarem nas intervenções policiais em áreas de risco (veja o documento abaixo).
O pedido, no entanto, foi negado após a Advocacia-Geral da União elaborar, em fevereiro, um parecer no qual deu a fundamentação jurídica para que as Forças Armadas rejeitassem a solicitação.
No documento, a AGU argumentou que os veículos só poderiam ser usados caso o estado estivesse sobre a GLO (Garantia de Lei e Ordem).
“Não foram pedidas desta vez [as Forças Armadas] porque já tivemos três negativas, então já entendemos a política de não ceder”, disse Castro. “Falaram que tem que ter GLO [Garantia da Lei e da Ordem], que podiam emprestar o blindado e depois não podiam mais porque o servidor que opera o blindado é federal. Então tinha que ter GLO, e o presidente já falou que é contra GLO. Cada dia nós temos uma razão, pra não ser mal educado, de não emprestar e de não estar colaborando”, afirmou Cláudio Castro em coletiva de imprensa.
O governador reforçou que o estado do Rio de Janeiro “está sozinho nessa guerra” e destacou que as forças estaduais continuarão atuando com os recursos disponíveis.
A megaoperação contra integrantes do Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, já é a mais letal da história do Estado, de acordo com dados do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF).
Ao menos 64 pessoas, entre policiais e criminosos, morreram nesta terça-feira, 28, mais do que o dobro da segunda ação com o então maior número de mortos registrada em 2021, no Jacarezinho.
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