Evento de Lula. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveu nesta quarta-feira, 8 de janeiro, um evento para relembrar os ataques a sede dos três poderes, que aconteceu no dia 8 de janeiro de 2023. No entanto, mesmo com a presença de fíguras políticas de nome e o chamado do petista para que apoiadores estivessem no ato, o evento registrou baixa presença. De acordo com um mapeamento feito pelo site Poder 360, o evento contou com a presença de apenas 1.200.
Até as 12h14, o público era de cerca de 1.000 pessoas. Minutos antes do presidente Lula discursar, cerca de 12h40, que foi possível ver a presença de mais pessoas, mas mesmo assim, não superando o número de 1.200.
O presidente discursou para os presentes e afirmou que "Estamos aqui para dizer que estamos vivos e que a democracia está viva".
"Hoje é dia de dizermos em alto e bom som: ainda estamos aqui. Estamos aqui para dizer que estamos vivos e que a democracia está viva, ao contrário do que planejavam os golpistas de 8 de janeiro de 2023", disse Lula.
Ainda em seu discurso, Lula falou que esse regime é uma obra em construção, e precisa ser uma realidade para todas as pessoas, além do discurso.
"Democracia para poucos não é democracia plena. Por isso, a democracia será sempre uma obra em construção. A democracia será plena quando todas e todos os brasileiros, sem exceção, tiverem acesso à alimentação de qualidade, saúde, educação, segurança, cultura e lazer", observou.
Lula seguiu destacando a necessidade de construir um país mais justo, especialmente para as minorias sociais oprimidas do país.
"A democracia será plena quando todos e todas sejam, de fato, iguais perante à lei, e a pele negra não seja mais alvo da truculência dos agentes do Estado. Quando os povos indígenas tiverem direito às suas terras, suas culturas e suas crenças. Quando as mulheres conquistarem igualdade de direitos, e o direito de estar onde quiser estar, sem serem julgadas, agredidas ou assassinadas", afirmou.
Sobre a tentativa de golpe de Estado e as investigações que apontam uma trama para assassiná-lo, assassinar o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o presidente Lula voltou a cobrar punição e pregar direito de defesa.
"Os responsáveis pelo 8 de janeiro estão sendo investigados e punidos. Ninguém foi ou será preso injustamente. Todos pagarão pelos crimes que cometeram, inclusive os que planejaram os assassinatos do presidente, do vice-presidente da República e do presidente do Tribunal Superior Eleitoral", afirmou.
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