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Anvisa determina apreensão de repelente clandestino; saiba qual

Os produtos falsificados estão sendo comercializados em sites de vendas, em pequenos frascos com rótulo frontal laranja, sem informações como validade, fórmula ou fabricante.

Cami Cardoso

02 de junho de 2025 às 18:41   - Atualizado às 18:54

Fachada da Anvisa.

Fachada da Anvisa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira, 2, a apreensão de uma versão clandestina do produto Repelex Spray Citronela.

O produto traz o mesmo nome de uma marca famosa e regularizada no mercado, mas em embalagem diferente e sem informações sobre o fabricante. "Assim, não há qualquer garantia sobre o seu conteúdo e segurança de uso", diz a Anvisa.

Os produtos falsificados estão sendo comercializados em sites de vendas, em pequenos frascos com rótulo frontal laranja, sem informações como validade, fórmula ou fabricante.

Imagens compartilhadas por compradores mostram ainda que os produtos são enviados em embalagens transparentes, enquanto o Repelex original possui embalagem azul ou azul com amarelo.

A Anvisa enfatiza que os repelentes para uso na pele devem ser registrados, já que trazem um grau de risco maior para o consumidor, e a aplicação de produtos irregulares pode colocar a saúde em risco.

Repelente: qual escolher?

Os repelentes mais recomendados são aqueles que têm icaridina ou DEET como princípio ativo, em concentrações de 20% a 30%. Essas substâncias interferem na percepção dos mosquitos, dificultando que identifiquem atrativos humanos. Entre eles, o destaque vai para a icaridina devido à sua ação prolongada.

Creme, spray... Qual o melhor formato?

Normalmente, a eficácia do repelente não muda de acordo com a forma de apresentação. Mesmo assim, nas crianças pequenas, o infectologista Marcelo Otsuka explica que é mais indicado usar os repelentes em creme. "Os de spray têm mais risco de entrar em contato com olhos, boca ou nariz e causar intoxicação."

A partir de qual idade aplicar?

Segundo o Ministério da Saúde, o uso de repelentes não é indicado em crianças menores de 2 anos sem orientação médica.

Além disso, repelentes com o princípio ativo DEET só podem ser usados a partir dos 2 anos e, até os 12 anos, a concentração da substância deve ser reduzida. De acordo com a Anvisa, nessa faixa etária, só é permitido o uso de repelentes com esse ingrediente em concentração de até 10% e, no máximo, três vezes ao dia.

De quanto em quanto tempo reaplicar?

A proteção da maioria gira entre 4 e 10 horas de duração, mas o tempo específico para cada produto varia conforme o fabricante. Por isso, leia o rótulo com atenção.

Adicionalmente, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda não reaplicar o repelente mais do que duas vezes ao dia em crianças de 2 a 7 anos e mais do que três vezes a partir dos 8 anos.

Estadão Conteúdo.

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