A empresa detentora do registro do medicamento informou que foram encontrados, no mercado, unidades desses lotes com características diferentes do produto original, o que indica falsificação.
Caneta mounjaro. Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quinta-feira, 2 de abril, a apreensão do lote D856831 do medicamento Mounajro e os lotes D880730, D840678 do Mounajro Kwikpen, fabricados por empresa não identificada. A medida proíbe também a comercialização, distribuição e o uso dos produtos falsos.
A empresa detentora do registro do medicamento, Eli Lilly Brasil, informou que foram encontrados, no mercado, unidades desses lotes com características diferentes do produto original, o que indica falsificação.
Entre os problemas identificados estão número de série não identificados nos sistemas da empresa, uso de material diferente do original na embalagem e falha na leitura do código 2D.
Outro item que sofreu ação fiscal foi o medicamento Tirzec, produzido por empresa não identificada. O produto irregular deve ser apreendido e estão proibidas sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e utilização. Foi constatado que o produto anunciado não tem registro, cadastro ou notificação na Anvisa.
Também foi determinada a apreensão do produto Skin body Organic, da linha Eros. Fabricado pela empresa Skin & Body Nutracêuticos e Cosméticos Organic Ltda., os itens não podem ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados e utilizados. A medida foi tomada após comprovação da comercialização e divulgação de produtos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa.
A patente da semaglutida (princípio-ativo de Ozempic e Wegovy) expirou no dia 20 de março, abrindo espaço para a entrada de marcas nacionais da caneta para diabetes e obesidade no mercado, o que tende a baratear o custo do tratamento.
Com a notícia, muitas pessoas passaram a se perguntar quando o mesmo acontece com a tirzepatida (princípio-ativo do Mounjaro), que gerou uma perda de peso ainda maior nos estudos.
Os ensaios clínicos mostraram uma perda de 17,5% do peso corporal em 72 semanas com a dose de 2,4 mg de semaglutida (maior dose disponível no Brasil) e de 20,7% com a dose de 7,2 mg (maior dose fabricada, mas ainda não disponível no País); já com a tirzepatida de 15 mg (maior dose, já disponível no País) os participantes perderam 20,9% do peso corporal.
A tirzepatida, assim como a semaglutida, é um análogo do GLP-1. Mas, diferentemente da primeira, ela também imita a ação do GIP.
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