Alzheimer: pessoas idosas de mãos dadas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Uma esperança no tratamento ao Alzheimer. É que foi aprovado pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, um medicamento que pode retardar em muitos casos a doença de Alzheimer, se tratada no estágio inicial.
Com o nome comercial de kinsula, o donanemabe, da farmacêutica Eli Lilly, foi aprovado nos Estados Unidos em julho do ano passado e retardou em 35% nos pacientes com a doença menos avançada.
O produto é injetável e administrado uma vez por mês, o donanemabe foi avaliado em um estudo principal envolvendo 1.736 pacientes com doença de Alzheimer em estágio inicial. Eles apresentavam comprometimento cognitivo e demência leves; e o acúmulo da proteína beta-amiloide, cujas placas interferem no funcionamento no cérebro. Foram analisadas também alterações na cognição e na função cerebral de cada um.
Os pacientes tratados com o medicamento apresentaram progressão clínica menor e estatisticamente significativa na Doença de Alzheimer em comparação aos pacientes tratados com placebo.
A doença é progressiva, ainda não tem cura, mas o medicamento conseguiu retardar seu avanço.
Existe ainda a contraindicação para pacientes que estejam tomando anticoagulantes (incluindo varfarina) ou que tenham sido diagnosticados com angiopatia amiloide cerebral.
Como acontece com qualquer medicamento, a Anvisa irá monitorar rigorosamente a segurança e a eficácia do donanemabe.
Previsões assustadoras apontam que países em desenvolvimento podem se tornar futuros “celeiros dos idiotas”, pois as doenças degenerativas, entre elas o Alzheimer, tende a reinar. Estudos em neurociências apontam que a rotina, o sedentarismo, a falta da formação cultural e intelectual e a baixa escolaridade são mazelas que favorecem a penetração da demência.
De repente, surge a confusão mental, problemas cognitivos (dificuldade de compreender, esquecer das coisas, até mesmo as rotinas diárias e cometer garfes repetitivas), então, acende a luz amarela: há algo errado.
O buraco pode ser mais embaixo quando falamos do Alzheimer. As pessoas brincam e caçoam dos outros dizendo que “o alemão o pegou”, referindo-se à doença, pois foi um alemão, Alois Alzheimer, quem descobriu e deu o seu próprio nome a ela.
Nesses últimos anos, os cientistas têm se debruçado, pesquisando e publicando artigos relacionados ao tema, contudo, o que temos hoje são pesquisas e estudos dos cérebros europeus e do surgimento da doença na América do Norte.
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Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.
Para assegurar que o momento de ir às urnas ocorra com agilidade, conforto e segurança, a legislação brasileira estabelece um conjunto de direitos e preferências.
Os processos seletivos incluem cargos de analista, especialista, consultor, desenvolvedor e jovem aprendiz, entre outras funções. Os requisitos variam conforme a posição pretendida.
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