Alexandre Pato e Juliana Marins. Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) concluiu, nesta quarta-feira, 25 de junho, a operação que resgatou o corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos. A jovem caiu em uma vala no topo de um vulcão durante uma trilha no último sábado, 21 de junho. O acidente aconteceu em uma área de difícil acesso, o que prolongou a missão de resgate por mais de quatro dias.
A operação teve início às 6h da manhã, no horário local, com o deslocamento da equipe até o ponto de encontro onde o corpo havia sido localizado. De acordo com nota divulgada pela Basarnas nas redes sociais, o resgate foi finalizado por volta das 13h51 (horário da Indonésia), após mais de sete horas de trabalho intenso com o auxílio de equipamentos de ancoragem e escalada.
Juliana estava desaparecida desde o sábado, quando escorregou durante uma trilha em um dos vulcões da região. Vídeos registrados por turistas e divulgados posteriormente mostram a jovem sorridente momentos antes do acidente. A confirmação da morte foi feita pela família por meio de um comunicado divulgado na terça-feira, 24 de junho.
Além da dor pela perda, os familiares enfrentam agora o desafio de trazer o corpo de Juliana de volta ao Brasil. Em meio ao processo burocrático e emocional, o ex-jogador de futebol e atual comentarista esportivo Alexandre Pato se prontificou a ajudar. Segundo informações divulgadas pelo perfil Alfinetei, no Instagram, Pato entrou em contato com pessoas próximas à família de Juliana oferecendo-se para pagar os custos do translado.
“Quero pagar esse valor para que todos tenham paz e para que ela possa descansar ao lado da família”, afirmou Pato.
O ex-atleta, que é casado com Rebeca Abravanel, filha do apresentador Silvio Santos, ainda aguarda uma resposta da família da jovem para efetivar a ajuda.
O caso mobilizou milhares de brasileiros nas redes sociais desde o anúncio do desaparecimento. Amigos e internautas realizaram campanhas para divulgar informações e solicitar apoio do governo para acelerar o resgate. Muitos criticaram a demora na resposta oficial e o que consideraram falhas na estrutura de apoio aos turistas na região do acidente.
A tragédia chamou atenção também para o local onde ocorreu o acidente. O vulcão onde Juliana caiu é considerado sagrado por comunidades locais, o que pode ter influenciado as dificuldades logísticas enfrentadas pelas equipes de resgate. Relatos indicam que, durante os dias em que a brasileira esteve desaparecida, turistas tentaram usar drones para enviar mensagens e localizar a jovem.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil na Indonésia, acompanha o caso e presta assistência consular à família. O órgão informou que segue em contato com autoridades locais para garantir os trâmites legais de repatriação.
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