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Alckmin em entrega de ambulâncias: "É o Lula recuperando o SUS"

O evento foi realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fernanda Diniz

27 de março de 2025 às 13:17   - Atualizado às 13:36

Lula ao lado de Geraldo Alckmin.

Lula ao lado de Geraldo Alckmin. Foto: Ricardo Strucker

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, destacou o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no setor de saúde e discursou contra o negacionismo durante cerimônia de entrega de ambulâncias, em Brasília. Lula está em viagem ao exterior.

"É o Lula recuperando o SUS. O negacionismo e o descaso com a vida fizeram infelizmente o Brasil perder na covid mais de 700 mil pessoas", disse Alckmin na manhã desta quinta-feira, 27.

A cerimônia entregou 156 Ambulâncias - Unidade de Suporte Básico - USB, para Expansão e Ampliação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192). O evento foi realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Alchmin fala sobre EUA

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, fez na última sexta-feira, 21 de fevererio, uma defesa da negociação, ao invés da retaliação, no momento em que o Brasil busca um acordo diante das tarifas que passaram a ser aplicadas pelos Estados Unidos sobre o aço e o alumínio.

"Olha, olho por olho, o máximo que pode acontecer é todo mundo ficar cego, tem que ser ganha-ganha. Precisamos aproveitar as nossas competitividades, aproveitar as nossas vantagens competitivas para fazer complementariedade econômica", declarou Alckmin em evento, em São Paulo, com executivos de multinacionais alemães.

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Durante o encontro, Alckmin prometeu trabalhar por um acordo de não bitributação nos fluxos de capital entre os países.

Ele vai aguardar estudos dos empresários para convencer o Ministério da Fazenda e a Receita Federal que não haverá perda de arrecadação

O vice-presidente salientou ainda o acordo "histórico" entre Mercosul-União Europeia.

"Agora é implementá-lo, tenho cobrado o Itamaraty, está na fase de tradução para os vários idiomas aí, mas vamos acelerar", disse Alckmin.

 

Alckmin defende Gleisi 

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu a escolha de Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT, para comandar o ministério responsável pela articulação política do governo. Ao ouvir que o dólar havia fechado em alta em parte pela indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Alckmin respondeu que, se for esse o motivo, a moeda irá cair porque a deputada será uma "boa surpresa" na Secretaria de Relações Institucionais

"Trump não tem como a gente interferir. Agora, se for por causa da Gleisi, vai cair. Vai cair. Pode ter certeza, porque ela vai ser uma boa surpresa. Tem experiência legislativa, Câmara Federal, Senado da República, Executiva e Presidente de Partido", disse o ministro a jornalistas.

Para o vice-presidente, Gleisi vai melhorar a relação política do governo com o Congresso justamente pela experiência política vasta da parlamentar, que já foi senadora e ocupou a Casa Civil durante o governo Dilma.

"Foi ministra de Estado, ela foi senadora da República, pode ter uma boa interlocução com o Senado. Deputada Federal, então tem uma boa interlocução com a Câmara. E presidente de partido, uma boa interlocução com os partidos políticos. E mulher. Então você tem uma mulher que tem experiência legislativa, foi senadora e é deputada federal, e ministra, conhece o poder executivo. E ainda preside um grande partido, então melhora a interlocução também com os demais partidos que é necessário", disse.

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