Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, voltou a elogiar o foco do Federal Reserve (Fed, banco central americano) nas decisões sobre política monetária ao núcleo de inflação, que exclui itens voláteis como alimentos e energia.
Para Alckmin, a medida é inteligente e deve ser estudada pelo Banco Central.
"É uma medida inteligente. Realmente aumenta os juros naquilo que pode ter mais efetividade na redução da inflação", frisou.
"A inflação não é neutra e atinge muito mais o assalariado, que todo dia vê o seu salário perder o poder aquisitivo. Entendo sim que é uma medida que deve ser estudada pelo Banco Central brasileiro", disse.
Alckmin argumentou, no caso dos alimentos, que alterações climáticas elevam o preço dos itens - e não será o juro alto capaz de reduzir o preço.
"Não adianta aumentar os juros que não vai chover", afirmou, durante o evento Rumos 2025, organizado pelo jornal Valor Econômico.
"Só prejudica a economia e, no caso do Brasil, pior ainda, porque aumenta a dívida pública", frisou.
Alckmin ainda usou o comportamento do petróleo como exemplo.
"Não adianta aumentar juros que não vai baixar o preço do barril de petróleo. É guerra, é geopolítica", disse.
O vice-presidente fez no dia 21 de fevereiro, uma defesa da negociação, ao invés da retaliação, no momento em que o Brasil busca um acordo diante das tarifas que passaram a ser aplicadas pelos Estados Unidos sobre o aço e o alumínio.
"Olha, olho por olho, o máximo que pode acontecer é todo mundo ficar cego, tem que ser ganha-ganha. Precisamos aproveitar as nossas competitividades, aproveitar as nossas vantagens competitivas para fazer complementariedade econômica", declarou Alckmin em evento, em São Paulo, com executivos de multinacionais alemães.
Durante o encontro, Alckmin prometeu trabalhar por um acordo de não bitributação nos fluxos de capital entre os países.
Ele vai aguardar estudos dos empresários para convencer o Ministério da Fazenda e a Receita Federal que não haverá perda de arrecadação
O suplente salientou ainda o acordo "histórico" entre Mercosul-União Europeia.
"Agora é implementá-lo, tenho cobrado o Itamaraty, está na fase de tradução para os vários idiomas aí, mas vamos acelerar", disse.
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