Romeu Zema e Lula. Foto: Agência Brasil
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), utilizou suas redes sociais para direcionar críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às recentes ações do governo federal.
Em publicações feitas na última terça-feira, 14 de janeiro, Zema acusou Lula de sobrecarregar os estados com demandas financeiras incompatíveis com a realidade fiscal, em especial após os vetos presidenciais ao Programa de Reequilíbrio dos Estados e Municípios (PROPAG).
Segundo o governador, as decisões de Lula resultariam em um impacto financeiro para Minas Gerais, com um acréscimo de R$ 5 bilhões em repasses obrigatórios aos cofres federais entre 2025 e 2026.
Zema argumentou que, mesmo diante de um cenário de arrecadação federal recorde, Lula estaria promovendo uma política de “gastança” que penaliza os entes federados.
"O governo federal quer que os estados paguem a conta de sua gastança. Com vetos ao PROPAG, Lula quer obrigar os mineiros a repassar R$ 5 bi a mais em 25/26, apesar do recorde de arrecadação federal: R$ 2,4 trilhões em 2024. É dinheiro pra sustentar privilégios e mordomia", escreveu Zema nas redes sociais.
"Enquanto os estados lutam para equilibrar contas, o Planalto mantém 39 ministérios, viagens faraônicas, gastos supérfluos no Alvorada e um cartão corporativo sem transparência. Até quando o contribuinte vai bancar essa desordem?", questionou.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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