Zema diz ser contra obrigatoriedade da vacina e defende liberdade de escolha Foto: Reprodução / TV Globo
O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou ser contra a obrigatoriedade da vacina durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, realizada nesta segunda-feira, 24 de agosto.
Embora tenha declarado apoio à vacinação e confirmado que recebeu as doses recomendadas durante a pandemia de covid-19, o ex-governador de Minas Gerais disse não concordar com medidas que possam obrigar pessoas a se imunizar.
A declaração foi dada ao responder a uma pergunta sobre a posição que adotaria em relação à vacinação caso chegasse à Presidência. Zema sustentou que a decisão deveria permanecer no âmbito individual e familiar, sem que o Estado transformasse a recusa à imunização em crime.
“Eu não posso permitir que uma família seja perseguida porque alguém não tomou a vacina”, afirmou o candidato. Na sequência, reforçou a posição contrária à obrigatoriedade: “Essa questão de ser obrigatório, transformar num crime, isso não pode acontecer num país democrático”.
Na área da saúde, além de rejeitar a imposição da vacinação, o candidato defendeu uma abordagem baseada na autonomia das famílias. A posição apresentada na entrevista mantém o foco na escolha individual, mesmo diante de situações em que políticas públicas de imunização possam ser utilizadas para ampliar a cobertura vacinal da população.
Em outros temas, Zema afirmou que pretende buscar alternativas antes de promover mudanças mais duras na Previdência. Disse, por exemplo, que inicialmente tentaria ampliar a arrecadação por meio da formalização do mercado de trabalho antes de alterar a idade mínima para aposentadoria.
O candidato também admitiu que poderia manter a atual política de valorização do salário mínimo caso as contas públicas estivessem equilibradas e a economia apresentasse bom desempenho.
Na segurança pública, Zema mencionou a possibilidade de adaptar ao Brasil medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cuja política de combate à criminalidade é acompanhada de críticas de organizações de direitos humanos.
Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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