21 de fevereiro de 2024 às 11:42
Liderando o protocolo do pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), optou por adiar a petição.
Inicialmente, o pedido estava previsto para ocorrer na terça-feira, 20 de fevereiro, e recebeu até agora a assinatura de apoio de 122 deputados da Câmara Federal, em sua maioria do Partido Liberal (PL).
“O pedido já conta com 122 assinaturas, inclusive da base governista”, disse Zambelli em coletiva de imprensa sediada no Salão Verde da Câmara dos Deputados.
A movimentação dos parlamentares teve origem após as declarações do presidente Lula, que comparou a intervenção de Israel na guerra em Gaza ao Holocausto nazista.
Zambelli mencionou que a formalização do movimento foi postergada devido a solicitações adicionais de parlamentares interessados em participar.
A deputada declarou sua intenção de discutir o assunto com membros da Bancada Evangélica e Católica.
Para os indivíduos envolvidos no pedido, a declaração de Lula poderia ser interpretada como um possível crime de responsabilidade contra a estabilidade política da nação, “cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo da guerra, ou comprometendo-lhe a neutralidade”.
A lista dos parlamentares que solicitam a remoção de Lula da Presidência inclue os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro do Meio Ambiente durante o governo Bolsonaro.
A solicitação também tem a assinatura de parlamentares pertencentes a partidos que possuem ministérios no governo Lula, como União Brasil, MDB e PSD.
“Esse pedido não é ideológico, é um crime de responsabilidade que aconteceu de fato. O Brasil, infelizmente, está de portas abertas para o terrorismo” disse Zambelli.
Confira a lista dos deputados que assinaram o pedido de impeachment de Lula até agora:
Veja a relação dos parlamentares que assinaram o pedido de impeachment de Lula até o momento:
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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