Senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado e Reprodução)
A nova delação do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, encaminhada no início de junho à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR), trouxe detalhes sobre o investimento realizado por empresas ligadas ao empresário na produção do filme Dark Horse, obra que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo o relato apresentado às autoridades, o empresário afirmou que a participação financeira ocorreu dentro da legalidade e sem qualquer tipo de benefício indevido.
De acordo com as informações reveladas, Vorcaro descreveu a relação mantida com os envolvidos no projeto como institucional e dentro dos parâmetros legais. O banqueiro declarou que o investimento não gerou compensações, vantagens ou privilégios ilícitos para nenhuma das partes.
O tema ganhou destaque nas últimas semanas após a divulgação de mensagens envolvendo Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro. O conteúdo foi publicado pelo site The Intercept Brasil em 13 de maio e abordou um aporte financeiro estimado em R$ 60 milhões destinado à produção cinematográfica.
A repercussão do caso ampliou o debate político em torno do projeto audiovisual e gerou questionamentos sobre a origem dos recursos investidos. A nova manifestação do banqueiro reforçou a versão de que a operação ocorreu de forma regular e sem irregularidades.
As mensagens divulgadas em maio colocaram o investimento no centro das discussões políticas e provocaram manifestações de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre eles, Flávio Bolsonaro defendeu a legalidade da operação e afirmou que o processo ocorreu dentro das normas vigentes.
O filme Dark Horse tem como proposta retratar a trajetória do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e sua ascensão na política nacional. A produção passou a receber atenção maior após a publicação das conversas que mencionavam o aporte milionário para o desenvolvimento do longa-metragem.
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O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.
Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo.
Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
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