Líder da oposição na Câmara deputado Zucco. Foto: Kayo Magalhães/ Câmara dos Deputados
O líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS), criticou a decisão do Colégio de Líderes de não pautar o projeto que concede anistia a acusados de golpe de Estado (assista o vídeo abaixo).
Segundo o parlamentar, foi um desrespeito com os parlamentares a retirada da proposta da pauta. Segundo ele, os partidos de oposição vão continuar a obstruir as votações até que o tema seja levado ao Plenário.
De acordo com o presidente da Câmara, o adiamento não significa que não haverá diálogo sobre o tema. Para que a Casa encontre uma saída sobre o assunto "já há uma sinalização, dos líderes que pediram o adiamento, que o diálogo entre os partidos pode avançar para uma solução", indicou.
Motta afirmou que, na Casa legislativa, "ninguém está concordando com penas exageradas ou é a favor de injustiça". "Há um sentimento de convergência de que algo precisa ser feito, se houver injustiça, para que a Câmara jamais seja insensível a qualquer pauta", disse.
Segundo o deputado, o colégio de líderes não debateu a criação de uma eventual comissão especial da anistia.
Como mostrou o Estadão em 2024, o atual texto do projeto de lei da anistia, do deputado Rodrigo Valadares (União-SE), pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O projeto sob relatoria de Valadares quer anistiar "todos que participaram de eventos subsequentes ou eventos anteriores aos fatos acontecidos em 08 de janeiro de 2023”.
Na quarta-feira, 23 de abril, Sóstenes foi reclamar com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), um dos principais aliados de Motta, sobre a falta de diálogo do presidente da Câmara com o PL sobre anistia. Ciro disse que logo Hugo daria um prazo a ele.
Sobre a pauta da próxima semana, Motta indicou que deverão ser votados projetos relacionados à educação, além de temas remanescentes.
Na segunda-feira, 21 de abril, o presidente da Câmara já havia afirmado preferir "gastar energia" em temas como saúde, educação e segurança em vez da anistia aos presos do 8 de Janeiro.
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A declaração inicial ocorreu após Casagrande questionar entrevistas do senador focadas em futebol, mesmo o ex-jogador ocupando uma cadeira no Senado.
A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência.
Para o deputado, a decisão é resultado de um amplo diálogo com lideranças da sigla.
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