Otoni de Paula, Lula e Nikolas Ferreira Fotos: Mario Agra / Câmara dos Deputados e Reprodução/ Redes Sociais
O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) utilizou as redes sociais nesta sexta-feira, 17 de janeiro, para direcionar críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus aliados, sugerindo a existência de uma suposta armação contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
No vídeo divulgado, Otoni acusou “Lula e cia” de orquestrarem uma ação que envolveria as Organizações Globo e a Advocacia-Geral da União (AGU), atualmente sob o comando de Jorge Messias. Segundo o parlamentar, o plano resultaria na prisão de Nikolas Ferreira pela Polícia Federal (PF).
“Cuidado com o que vocês estão pensando em armar contra o Nikolas, tá? Eu sei que vocês estão com raiva, com ódio do garoto, porque ele simplesmente destruiu a narrativa de vocês e expôs as vísceras da vontade insana de arrecadar e arrecadar, principalmente dos mais pobres”, afirmou Otoni no vídeo.
O deputado emedebista ainda sugeriu que o presidente e sua equipe estariam planejando uma "armadilha" para prejudicar Ferreira.
“Agora, criar uma narrativa contra o deputado Nikolas a partir de fake news, já colocando a Advocacia-Geral da União para acionar a Polícia Federal para daqui a pouco, 6h da manhã, colocar a polícia na porta do Nikolas, porque é isso que vocês querem. Vocês querem armar uma situação para colocar a polícia na porta do Nikolas. Vocês já estão até acionando os amiguinhos de vocês da Globo, que já estão, mais ou menos, falando o que deve acontecer”, declarou.
Ao encerrar o vídeo, Otoni de Paula chamou Nikolas Ferreira de um “Bolsonaro 2.0 turbinado”, em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de quem o jovem parlamentar é próximo.
"Se tocar no menino, vai ter problema. Sabe por quê? Porque o garoto é um Bolsonaro 2.0 turbinado, e com uma diferença: o garoto é de Deus, cheio de Deus na vida dele. Então, tocar nele, vai dar ruim com o povo e com Deus", advertiu.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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