Nikolas Ferreira. Foto: Divulgação
Nesta quinta-feira, 16 de janeiro, o vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticando a regulamentação proposta pelo governo Lula para fiscalizar transações financeiras realizadas por meio do Pix, argumentando que a medida atinge trabalhadores informais como se fossem "grandes sonegadores", ultrapassou os 285 milhões de visualizações no Instagram.
O registro foi gravado e divulgado na última terça-feira (14). No post, o parlamentar comparou a população de baixa renda com indivíduos de maior poder aquisitivo, questionando as prioridades do governo.
“Eles querem saber como alguém que ganha R$ 5 mil paga R$ 10 mil de cartão, mas não estão preocupados com quem vive de salário mínimo e ainda precisa pagar luz, moradia, educação, compras e gás”, disse ele.
O número de visualizações do vídeo é maior do que a população brasileira, que segundo o Censo mais recente é de 212,6 milhões de pessoas.
Nikolas também apontou no vídeo que o Pix não será taxado, mas expressou receio de que isso possa ocorrer no futuro.
“O amor ao Brasil está custando caro demais”, declarou o deputado, que afirmou ainda que o governo está focado apenas em aumentar a arrecadação, sem oferecer contrapartidas. “Se a gente não parar o Lula, ele vai parar o Brasil”, concluiu.
Após a repercussão negativa da proposta, o governo revogou o ato normativo que havia ampliado o monitoramento para bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento.
Em substituição, anunciou a elaboração de uma medida provisória (MP) para proibir a cobrança diferenciada entre transações realizadas pelo Pix e pagamentos em dinheiro.
“O Pix estará protegido pelo sigilo, como sempre foi. [O que estamos fazendo] é só a ampliação, o reforço da legislação, para tornar mais claro esses princípios já estão resguardados pela medida provisória. Para evitar a má interpretação, a tentativa de distorcer o intuito da Receita Federal, ela está tomando a medida que o Barreirinhas já anunciou”, explicou Haddad. “Tudo isso tem um único objetivo: salvaguardar a economia popular, salvaguardar as finanças das pessoas mais pobres, o pequeno comerciante e a dona de casa que vai fazer suas compras, e equiparar o pagamento em Pix ao pagamento em dinheiro”, completou o ministro.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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