Pernambuco, 20 de Abril de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Vereadores recém-chegados na base de Raquel Lyra não votam no pedido impeachment de João Campos

Durante sessão plenária, a solicitação foi rejeitada por 25 votos contrários, nove favoráveis e uma abstenção.

Redação

03 de fevereiro de 2026 às 14:52   - Atualizado às 14:54

Vereadores recém chegados na base de Raquel Lyra, Agora É Rubem e Flávia de Nadegi.

Vereadores recém chegados na base de Raquel Lyra, Agora É Rubem e Flávia de Nadegi. Foto: Divulgação

A ausência dos vereadores Agora É Rubem (PSB) e Flávia de Nadegi (PV) durante a votação do pedido de impeachment do prefeito do Recife, João Campos (PSB), chamou atenção nesta terça-feira, 3 de fevereiro.

A Câmara Municipal analisou o pedido em sessão plenária e rejeitou a abertura do processo por 25 votos contrários, nove favoráveis e uma abstenção. Mesmo com a relevância política da votação, os dois parlamentares não registraram presença no momento da decisão.

A situação ganhou destaque porque ambos haviam anunciado recentemente alinhamento político com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), considerada uma das principais adversárias políticas de João Campos. A mudança de posicionamento reforçou expectativas sobre como cada vereador se comportaria na votação do impeachment, especialmente diante do clima de disputa política no estado.

Apesar de não votar no pedido de impeachment, o vereador Agora É Rubem assinou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) relacionada ao caso que motivou o pedido de impeachment. Já a vereadora Flávia de Nadegi não assinou a CPI e também não compareceu à votação. 

O cenário reforçou a atenção sobre o comportamento dos parlamentares que deixaram a base de João Campos para integrar o grupo político estadual liderado por Raquel Lyra.

Veja Também

Impeachment

O pedido de impeachment analisado pelos vereadores surgiu após iniciativa do vereador Eduardo Moura (Novo). O parlamentar protocolou o documento no início de janeiro e defendeu que a Câmara deveria apurar uma nomeação realizada pela gestão municipal em concurso público para procurador do Recife. A Procuradoria da Casa aceitou o protocolo e autorizou que o tema avançasse até o plenário.

Segundo o documento apresentado, a controvérsia envolve a ordem de classificação do concurso e o preenchimento de vagas destinadas a candidatos com deficiência. O texto sustenta que o ato administrativo teria desrespeitado critérios previstos no edital e poderia ferir princípios da administração pública, como legalidade e impessoalidade. A acusação motivou o debate político dentro e fora da Câmara ao longo dos dias que antecederam a votação.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

00:02, 20 Abr

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Governadora Raquel Lyra.
Levantamento

Governo Raquel Lyra fica entre os 10 mais bem avaliados do Brasil, aponta pesquisa

Os pesquisadores realizaram as entrevistas entre os dias 13 de março e 4 de abril deste ano.

Donald Trump e Lula.
Relatório

Governo Trump coloca Brasil na lista de maiores fornecedores de insumos para produção de drogas

O estudo coloca o país no mesmo grupo de China, Venezuela, Coreia do Norte e México.

Vereador do PT é preso por furto de energia em operação da polícia.
Fiscalização

Vereador do PT é preso por furto de energia em operação da polícia

O parlamentar efetuou o pagamento da fiança e obteve o direito de responder ao processo em liberdade.

mais notícias

+

Newsletter