Vereador do Recife Thiago medina se junta a Nikolas Ferreira em caminhada até Brasília. Foto: Divulgação
Na terça-feira, 20 de janeiro, o vereador do Recife Thiago Medina (PL) passou a integrar a caminhada que segue de Belo Horizonte até Brasília, ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
A mobilização reúne lideranças políticas da direita e tem caráter simbólico, com duração prevista de sete dias. O grupo pretende chegar à capital federal no dia 25 de janeiro, após percorrer trechos da rodovia entre Minas Gerais e o Distrito Federal.
A caminhada busca chamar atenção para o que os organizadores classificam como prisões e decisões judiciais injustas. O ato também defende tratamento digno às pessoas envolvidas nos atos de 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante a manifestação, os participantes caminham juntos, registram o percurso nas redes sociais e fazem declarações sobre os motivos do protesto.
Ao comentar a participação no ato, Thiago Medina afirmou que o movimento representa um momento de alerta político. “O Brasil precisa parar”, disse o vereador do Recife ao se juntar ao grupo.
Além de Thiago Medina, outras lideranças políticas acompanham o trajeto. Entre os nomes confirmados estão o deputado André Fernandes (PL-CE) e o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC). A presença desses aliados reforça o caráter nacional da mobilização e evidencia a articulação entre parlamentares de diferentes regiões.
Os participantes afirmam que a caminhada não tem caráter violento nem pretende impedir o funcionamento das instituições. O grupo define o ato como pacífico e simbólico, com foco na exposição de posicionamentos políticos. Ao longo do percurso, os manifestantes utilizam faixas, discursos e registros em vídeo para apresentar suas críticas e reivindicações.
A referência aos atos de 8 de janeiro aparece de forma recorrente nas falas dos envolvidos. Eles defendem que os investigados e condenados recebam tratamento que consideram adequado e proporcional. O grupo também inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro no discurso, ao alegar que ele enfrenta decisões judiciais que consideram excessivas ou injustas.
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