Davi Muniz denuncia que as mães que moram na comunidade de Cosme e Damião sofrem para conseguir deixar os seus filhos em alguma unidade da Prefeitura do Recife.
Vereador Davi Muniz denuncia falta de comprometimento do prefeito João Campos. Foto: montagem/divulgação
O vereador do Recife, Davi Muniz (PSD) subiu na tribuna da Câmara Municipal para cobrar a construção de uma creche na comunidade de Cosme e Damião, localizada no bairro da Várzea, Zona Oeste da capital pernambucana. A obra vem sendo prometida pelo prefeito João Campos (PSB) desde junho de 2023, mas nada saiu do papel.
Muniz denuncia que o terreno, desapropriado pela Prefeitura do Recife e onde deveria ser construída a creche, atualmente está servindo para entulhos e o mato alto. “Cosme e Damião, na verdade, senhores vereadores, está esquecida pela gestão. Cosme e Damião clama por socorro para que possa ser feito ali a tão prometida creche”, diz o vereador.
“As mães não têm onde deixar as crianças para irem trabalhar. Elas têm que ir para a Avenida Caxangá porque aqui em Cosme e Damião não tem creche. Tenha responsabilidade, prefeito, e o compromisso de assumir aquilo que o senhor disse que iria fazer. Melhore a vida das pessoas que vivem aqui na aflição. São 12 anos do PSB e nada foi feito aqui em Cosme e Damião”, complementa o parlamentar.
Além da falta da unidade de educação infantil, o vereador Davi Muniz destaca que não há calçamento das ruas ao redor do terreno onde a creche deveria ser construída. "A propaganda pode até ser bonita, mas a realidade nas comunidades é dura. Seguiremos fiscalizando, cobrando e lutando para que a verdade vença a maquiagem", pontua.
Confira a denúncia:
Piso para professores
Os professores da rede municipal de ensino do Recife estão mobilizados para que a prefeitura cumpra a Lei do Piso, que obriga estados e municípios a reajustarem os salários dos profissionais da educação básica todos os anos.
Para 2025, o índice definido foi de 6,27%, mas o prefeito João Campos (PSB) se recusa a aplicar o reajuste. Além disso, a gestão propôs um aumento de apenas R$ 1 no tíquete-refeição dos servidores, a partir de abril — um valor que não paga nem uma refeição na Região Metropolitana.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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