"Vou ser eleito senador e serei senador do presidente Lula. E tenham certeza de uma coisa, o presidente tem muito orgulho do trabalho que a governadora Raquel Lyra vem fazendo", disse o deputado.
Túlio Gadêlha se filia ao PSD da governadora Raquel Lyra na cidade de Caruaru. Foto: Reprodução
O deputado federal Túlio Gadêlha oficializou a filiação ao PSD nesta quinta-feira, 2 de abril, em Caruaru, e confirmou que disputará uma vaga no Senado na chapa liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD). O ato marcou a saída do parlamentar da Rede Sustentabilidade e ocorreu durante agenda administrativa da gestora na capital do Agreste.
Logo após assinar a ficha do partido, Túlio afirmou que pretende representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado. Ele defendeu que Pernambuco tenha dois palanques de apoio ao presidente nas eleições. O deputado criticou a estratégia da Frente Popular, que apoia a pré-candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado.
“Não se preocupam com Lula. Porque se preocupassem de fato, não tentariam isolar Lula no palanque único. Tentariam trazer Lula para os dois palanques. Tentariam dar a Lula 80% dos votos do Pernambuco. Governadora, é uma irresponsabilidade que estão fazendo. Vou ser eleito senador e serei senador do presidente Lula. E tenham certeza de uma coisa, o presidente tem muito orgulho do trabalho que a governadora Raquel Lyra vem fazendo. O presidente Lula sabe que Raquel é séria. Sabe que Raquel entrega. Sabe que Raquel faz política pensando nas pessoas que estão na ponta”, destacou Túlio.
O ato de filiação reuniu lideranças políticas e contou com a presença do pré-candidato ao Senado Miguel Coelho (UB). A movimentação ocorreu em um momento de reorganização política em Pernambuco, com a formação das chapas para a disputa de 2026.
Túlio Gadêlha afirmou que pretende levar para o Senado a mesma linha de atuação que mantém na Câmara Federal. Ele reforçou que atua como aliado do governo federal e que continuará defendendo pautas ligadas ao presidente Lula em Brasília.
A mudança partidária altera o cenário político local porque aproxima um aliado declarado de Lula da chapa estadual liderada por Raquel Lyra. O gesto sinaliza uma tentativa de ampliar alianças e reorganizar forças para a disputa majoritária.
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