Segundo o deputado, essa estratégia cria barreiras para que o presidente amplie o diálogo com outros setores da sociedade e lideranças políticas do estado
Raquel Lyra, Túlio Gadelha e Lula (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O deputado federal Túlio Gadelha (PSD-PE) criticou a postura do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) em relação ao presidente Lula (PT), afirmando que o socialista estaria priorizando seus próprios interesses políticos ao tentar concentrar em sua candidatura todo o capital eleitoral do presidente no estado.
Segundo o parlamentar, essa estratégia cria barreiras para que Lula amplie o diálogo com outros setores da sociedade e lideranças políticas, incluindo a governadora Raquel Lyra (PSD) e segmentos religiosos, como pastores e igrejas.
"Ele tem uma grande oportunidade com a governadora Raquel Lyra de fazer isso, ele tem uma grande oportunidade de ter pessoas da igreja, pastores, apoiando ele nessa eleição", afirmou.
Túlio defendeu que o foco deve ser a reeleição do presidente e argumentou que, para isso, é necessário dialogar e se aproximar de grupos conservadores com respeito e abertura, em vez de restringir alianças políticas.
Confira o vídeo:
Túlio Gadelha critica João Campos
Túlio Gadelha acusou João Campos de estar privatizando praças e praias do Recife. O deputado usou o exemplo de um comerciante de Brasília Teimosa, Zona Sul da capital pernambucana, que teria sido expulso da praia e impedido de vender seus produtos e falou sobre a aliança do socialista com o presidente Lula (PT).
"Jogador do time de Lula, que só faz gol contra", disse.
Gadelha também questionou os gastos do ex-prefeito com propaganda, ao invés de investir obras de infraestrutura e melhoria da qualidade de vida da população vulnerável, incluindo o fornecimento de água e a erradicação de palafitas.
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O material foi encaminhado para análise de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Presidente da Comissão de Segurança Pública da Alepe diz que seguirá cobrando providências, apesar de ameaças e pressões.
O ministro afirmou que não existe "direito adquirido" de empresas ou organizadores de eventos a receber patrocínio ou apoio financiado com recursos públicos estaduais.
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