Segundo o deputado, essa estratégia cria barreiras para que o presidente amplie o diálogo com outros setores da sociedade e lideranças políticas do estado
Raquel Lyra, Túlio Gadelha e Lula (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O deputado federal Túlio Gadelha (PSD-PE) criticou a postura do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) em relação ao presidente Lula (PT), afirmando que o socialista estaria priorizando seus próprios interesses políticos ao tentar concentrar em sua candidatura todo o capital eleitoral do presidente no estado.
Segundo o parlamentar, essa estratégia cria barreiras para que Lula amplie o diálogo com outros setores da sociedade e lideranças políticas, incluindo a governadora Raquel Lyra (PSD) e segmentos religiosos, como pastores e igrejas.
"Ele tem uma grande oportunidade com a governadora Raquel Lyra de fazer isso, ele tem uma grande oportunidade de ter pessoas da igreja, pastores, apoiando ele nessa eleição", afirmou.
Túlio defendeu que o foco deve ser a reeleição do presidente e argumentou que, para isso, é necessário dialogar e se aproximar de grupos conservadores com respeito e abertura, em vez de restringir alianças políticas.
Confira o vídeo:
Túlio Gadelha critica João Campos
Túlio Gadelha acusou João Campos de estar privatizando praças e praias do Recife. O deputado usou o exemplo de um comerciante de Brasília Teimosa, Zona Sul da capital pernambucana, que teria sido expulso da praia e impedido de vender seus produtos e falou sobre a aliança do socialista com o presidente Lula (PT).
"Jogador do time de Lula, que só faz gol contra", disse.
Gadelha também questionou os gastos do ex-prefeito com propaganda, ao invés de investir obras de infraestrutura e melhoria da qualidade de vida da população vulnerável, incluindo o fornecimento de água e a erradicação de palafitas.
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O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.
Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo.
Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
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