Pernambuco, 19 de Outubro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

PT aciona TSE contra vídeo do PL que liga governo Lula aos escândalos do INSS e do Banco Master

No vídeo publicado, intitulado "A Grande Quadrilha", foram utilizadas imagens feitas com inteligência artificial (IA) para fazer uma sátira à série de comédia "A Grande Família".

Ricardo Lélis

11 de março de 2026 às 16:18   - Atualizado às 16:18

Vídeo do PL insinua ligação ne escândalos ao PT.

Vídeo do PL insinua ligação ne escândalos ao PT. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última segunda-feira, 9, contra um vídeo publicado pelo Partido Liberal (PL) vinculando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e figuras do PT aos escândalos do Banco Master e as denúncias de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A sigla definiu o material como um "vídeo leviano e de caráter eleitoreiro".

Segundo a representação protocolada pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro "insinua que o presidente e membros de sua família são integrantes de uma quadrilha criminosa".

No vídeo publicado pelo PL, intitulado "A Grande Quadrilha", foram utilizadas imagens feitas com inteligência artificial (IA) para fazer uma sátira à série de comédia "A Grande Família", sugerindo que pessoas próximas do presidente Lula fazem parte de uma organização criminosa.

O material foi publicado no perfil oficial do partido no Instagram, no domingo, 8, mas foi retirado do ar.

A federação alega que o vídeo é uma propaganda eleitoral antecipada irregular e negativa. Pelas regras do TSE para propaganda eleitoral na internet, a propaganda antecipada negativa pode resultar em multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou valor equivalente ao custo da propaganda, se esse montante for maior.

Veja Também

Os advogados que representam a federação alegam que "o vídeo foi arquitetado unicamente com o objetivo de divulgar à população, de forma equivocada e leviana, suposto envolvimento ou chancela, principalmente do presidente da República, de fatos reprováveis da sociedade, como o desvio de valores oriundos de aposentadoria e benefícios sociais, o apoio a desvios financeiros e até a concordância com suposto envolvimento de familiares a ilícitos - o que não ocorreu e não é aprovado pelo chefe do Executivo Nacional."

Ainda segundo os advogados, "a divergência política é saudável e necessária dentro do regime democrático. Sem ela, não há alternância de Poder e, portanto, não há democracia. É necessário, portanto, existir um respeito mínimo ao adversário político, ao menos uma tolerância à coexistência pacífica, ou então a democracia não se estabelecerá".

O vídeo insinua ligações do presidente Lula com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", e com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O material também sugere envolvimento nos escândalos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e dos ministros Sidônio Palmeira (Comunicação), Fernando Haddad (Fazenda) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral).

Estadão Conteúdo

TAGS

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

01:41, 19 Out

Imagem Clima

27

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Logo da Meta.
Conteúdos

TSE mantém decisão que proíbe Meta de restringir alcance de posts de candidatos

Corte decidiu por unanimidade manter medida que impede redução da distribuição de publicações eleitorais. O descumprimento prevê multa diária de R$ 500 mil.

Sede do TSE.
Medida

Eleições: TSE estabelece novas regras para vincular canais de WhatsApp a campanhas eleitorais

Foram acrescentados critérios que definem a vinculação desses canais a campanhas eleitorais, além de atribuir o dever de zelar pela legalidade dos conteúdos e das informações difundidas.

Aplicativo do Whatsapp.
Solução

TSE define regras para canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais; veja quais

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução que trata da propaganda eleitoral na internet.

mais notícias

+

Newsletter