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Trump afirma que vai reduzir, em pelo menos 59%, preços dos remédios

Além disso, o presidente dos EUA declarou que os custos com gasolina, energia e mantimentos também devem cair.

Gabriel Alves

12 de maio de 2025 às 08:26   - Atualizado às 08:45

Presidente dos EUA, Donald Trump.

Presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Reprodução/Flickr

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 12 de maio, que vai reduzir os preços dos medicamentos no país em pelo menos 59%. Além disso, ele declarou que os custos com gasolina, energia e mantimentos também devem cair.

“Sem inflação!”, escreveu em letras maiúsculas nas redes sociais.

No dia anterior, domingo (11), Trump já havia antecipado que assinaria uma ordem executiva para cortar os preços dos medicamentos e produtos farmacêuticos entre 30% e 80%. A proposta segue o modelo de “nação mais favorecida”, ou preço de referência internacional, de acordo com informações da Reuters.

A assinatura da medida foi marcada para às 9h desta segunda-feira na Casa Branca.

“Por muitos anos, o mundo se perguntou por que os medicamentos prescritos e os produtos farmacêuticos nos Estados Unidos da América eram tão mais caros do que em qualquer outra nação, às vezes cinco a dez vezes mais caros do que o mesmo medicamento, fabricado exatamente pelo mesmo laboratório”, disse Trump.

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“Sempre foi difícil de explicar e muito embaraçoso porque, na verdade, não havia uma resposta correta. As empresas farmacêuticas/de medicamentos diziam, por anos, que eram custos de pesquisa e desenvolvimento, e que todos esses custos eram, e seriam, sem razão alguma, suportados pelos ‘otários’ da América, sozinhos”, continuou.

Com isso, Trump afirmou que publicará o decreto para reduzir os preços dos medicamentos nos EUA. Ele também declarou que os custos “aumentarão em todo o mundo para equalizar”.

Fontes ouvidas pela Reuters indicaram que quatro lobistas, informados pela Casa Branca, acreditam que a ordem executiva deve ter impacto direto sobre o programa de seguro de saúde Medicare.

As farmacêuticas esperam que o decreto de Trump vá além da regulamentação atual da Lei de Redução da Inflação, implementada pelo ex-presidente Joe Biden. Por essa lei, o Medicare começará a negociar preços de dez medicamentos em 2025, e mais devem entrar na lista ainda este ano.

No entanto, o setor reagiu negativamente à proposta de Trump. Alex Schriver, porta-voz da Pharmaceutical Research and Manufacturers of America, principal grupo de lobby das farmacêuticas no país, criticou a ideia:

“A fixação de preços pelo governo, de qualquer forma, é ruim para os pacientes americanos”, disse ele em comunicado.

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