Donald Trump, presidente do Estados Unidos. Foto: Reprodução.
O presidente norte-americano Donald Trump afirmou neste sábado, 3 de dezembro, que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela para que grandes companhias dos Estados Unidos possam atuar. A declaração ocorreu após a operação militar realizada em Caracas e captura de Nicolás Maduro.
Ainda em pronunciamento, Trump declarou que empresas de petróleo norte-americanas devem iniciar investimentos bilionários na infraestrutura venezuelana. Segundo ele, o objetivo envolve recuperar instalações consideradas deterioradas e retomar a produção de petróleo em larga escala.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país”, afirmou.
O presidente dos Estados Unidos também acusou governos anteriores da Venezuela de terem se apropriado da indústria de petróleo. De acordo com Trump, a estrutura teria sido construída com capital e conhecimento técnico norte-americanos.
“Construímos a indústria petrolífera da Venezuela com talento, empenho e habilidade americanos, e o regime socialista a roubou de nós”, declarou, ao classificar o episódio como “um dos maiores roubos de propriedade americana na história”.
Durante a mesma fala, Trump descreveu a captura de Maduro como uma operação militar de grande escala. Ele afirmou que as Forças Armadas dos Estados Unidos empregaram recursos aéreos, terrestres e marítimos na ação.
Mais cedo, em entrevista à Fox News, Trump afirmou que ainda avalia os próximos passos em relação ao futuro da Venezuela. Segundo informações divulgadas por Washington, Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, deixaram o país por via aérea e seguem sob custódia norte-americana, onde devem responder à Justiça em Nova York.
Do lado venezuelano, o governo declarou estado de emergência, informou desconhecer o paradeiro do presidente e solicitou uma prova de vida. Até o momento, não há balanço oficial sobre mortos ou feridos decorrentes da operação militar realizada em Caracas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ocorreu em apenas 47 segundos. Segundo ele, a ação foi realizada mesmo diante da presença de forças de oposição e do risco de retaliação.
De acordo com Trump, a ofensiva foi planejada de forma sigilosa para evitar vazamentos de informação, que ele atribuiu ao Congresso americano.
“O Congresso tem tendência a vazar informações. Eu sabia que isso ia acontecer em algum momento”, disse.
O presidente norte-americano ressaltou que, apesar da rapidez, a operação envolveu elevado grau de complexidade.
“Foram necessários 47 segundos, mas foi muito difícil. Ele chegou até a porta, mas não conseguiu fechá-la”, afirmou Trump ao comentar o momento da captura de Maduro.
Ainda segundo o republicano, ele acompanhou a ação de perto e as tropas enfrentaram resistência durante o avanço.
“Passamos pela oposição, por forças de retaliação. Havia muitos adversários”, declarou.
Donald Trump também afirmou que a operação para a captura de Maduro foi a maior ação militar conduzida pelo país desde a Segunda Guerra Mundial.
Segundo Trump, a operação envolveu meses de planejamento estratégico e a mobilização de um amplo aparato militar, incluindo helicópteros, aeronaves de combate e navios da Marinha posicionados no mar do Caribe desde o fim de 2025.
O presidente classificou a ação como “brilhante” e disse que acompanhou a captura de Nicolás Maduro em tempo real, por meio de transmissões feitas pelos próprios agentes envolvidos na missão.
De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados em Caracas durante ataques coordenados a pontos considerados estratégicos da capital venezuelana. Após a prisão, o casal teria sido transportado por helicóptero até o navio anfíbio USS Iwo Jima, uma das principais embarcações da frota americana na região.
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