Donald Trump e Lula Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na terça-feira, 4 de março, o presidente Donald Trump discursou no Congresso dos EUA e acusou o Brasil de impor tarifas "injustas" aos produtores norte-americanos.
As declarações ocorrem em meio a uma nova escalada tarifária. Na própria terça-feira, Canadá, China e México anunciaram novas taxas sobre produtos importados dos Estados Unidos. Essas medidas foram uma resposta às tarifas previamente impostas pelos EUA aos três países.
"Nós fomos roubados por décadas por todos os países da face da Terra, e não vamos deixar isso acontecer mais", Trump disse ao Congresso sobre as tarifas que está impondo a rivais e parceiros comerciais.
"Em média, a União Europeia, China, Brasil, Índia, México, Canadá e inúmeras outras nações nos cobram tarifas muito mais altas do que cobramos deles. Isso é extremamente injusto", disse Trump.
Anunciadas na segunda-feira, 3 de março, as novas tarifas de importação de 25% para México e Canadá entraram em vigor imediatamente. Em seu discurso, o presidente dos EUA destacou que, a partir do próximo mês, aplicará taxas recíprocas a todos os países.
"No dia 2 de abril, entram em vigor tarifas recíprocas, e qualquer tarifa que nos impuserem, nós também imporemos a eles… qualquer imposto que nos cobrarem, nós os taxaremos. Se usarem barreiras não monetárias para nos manter fora de seus mercados, então usaremos barreiras não monetárias para mantê-los fora do nosso mercado".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, 4 de março, que o Congresso aprove a pena de morte obrigatória para condenados pelo assassinato de policiais. Durante seu discurso na sessão conjunta da Câmara e do Senado, ele afirmou que já assinou um decreto relacionado ao tema.
Trump ressaltou a necessidade de punir com rigor aqueles que tiram a vida de agentes da lei. Segundo ele, o decreto intitulado "Restaurar a pena de morte e proteger a segurança pública" instrui o Departamento de Justiça (DOJ) a buscar a pena capital nesses casos sempre que possível e dentro dos limites legais. No entanto, o documento não torna essa punição obrigatória, pois sua aplicação depende das leis estaduais e federais.
"Eu já assinei um decreto pedindo a pena de morte obrigatória para qualquer um que assassinar um policial, e esta noite eu estou pedindo ao Congresso que torne essa política uma lei permanente", declarou Trump.
O presidente direcionou parte de seu discurso a Stephanie Diller, viúva do policial Jonathan Diller, morto em Long Island em 2024. Ela esteve presente no Congresso e ouviu Trump reforçar o compromisso com a segurança pública e a punição rigorosa para crimes contra agentes de segurança.
Trump afirmou que o governo precisa agir com rapidez para retirar criminosos violentos das ruas. Ele destacou que o filho de Jonathan Diller, Ryan, crescerá sabendo que seu pai foi um herói. O republicano classificou os assassinos de policiais como "infratores reincidentes" e defendeu medidas mais duras para evitar que voltem a cometer crimes.
O pedido de Trump ocorre em meio a um debate acalorado sobre segurança pública e penas mais severas nos Estados Unidos. A proposta pode enfrentar resistência no Congresso, especialmente entre parlamentares que questionam a eficácia da pena de morte como ferramenta para reduzir a criminalidade. Mesmo assim, o presidente insiste que a medida fortaleceria a proteção aos agentes da lei e desestimularia ataques contra a polícia.
2
20:19, 13 Fev
26
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
mais notícias
+