No dia 29 de outubro, ainda durante a repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que deixou 121 pessoas mortas, Derrite anunciou que se licenciaria do cargo.
Tarcísio Gilson e Guilherme Derrite. Foto: Reprodução
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exonerou Guilherme Derrite, nesta quarta-feira (5), da Secretaria de Segurança Pública do estado.
Derrite, que também é deputado federal, volta à Câmara onde será o relator do projeto de lei que busca classificar facções criminosas como células terroristas.
No dia 29 de outubro, ainda durante a repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que deixou 121 pessoas mortas, Derrite anunciou que se licenciaria do cargo no governo de São Paulo para ser o relator do PL que modifica a Lei Antiterrorismo.
A intenção é incluir milícias e facções criminosas como organizações terroristas.
O Projeto de Lei 1.283/2025 é de autoria do deputado federal Danilo Forte (União Brasil-CE) e tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
O governo federal é contra este projeto. Nesta quarta-feira (6), Gleisi Hoffman, ministra das Relações Institucionais, disse que o “governo é terminantemente contra” o PL:
“O terrorismo tem objetivo político e ideológico e, pela legislação internacional, dá guarida para que outros países possam fazer intervenção no nosso país. Nós não concordamos com isso”, disse.
Agência Brasil
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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