O episódio mencionado pelo governador ocorreu em setembro de 2025, durante um discurso realizado na periferia de São Paulo. Na ocasião, o presidente Lula dividiu o palanque com Alessandra Moja.
Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Foto: Renato Pizzutto/Band
O candidato ao Governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) rebateu o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) durante o debate realizado no domingo, 9 de agosto, após o atual chefe do Executivo estadual mencionar uma suposta relação entre o petista e uma pessoa ligada ao tráfico de drogas. O confronto ocorreu durante uma discussão sobre medidas de combate ao crime organizado no estado.
Durante sua intervenção, Tarcísio afirmou que Haddad havia dividido um palco com uma mulher que, segundo ele, teria ligação com o tráfico na favela do Moinho, na região central de São Paulo.
A declaração levou Haddad a responder diretamente ao governador. O candidato questionou a afirmação de Tarcísio e negou qualquer proximidade com atividades criminosas.
"Você acha que eu conheço o tráfico como você conhece? Se você sabia que ela era uma traficante, por que você não foi lá prender? Eu não sabia. Se eu soubesse, eu teria dado voz de prisão para ela. Eu não tenho esse tipo de proximidade com nada do que você está falando. Então você respeita, abaixa essa bola", afirmou Haddad durante o debate.
O episódio mencionado pelo governador ocorreu em setembro de 2025, durante um discurso realizado na periferia de São Paulo. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma atividade e dividiu o palanque com Alessandra Moja.
Alessandra é irmã de Leonardo Moja, conhecido como Leo do Moinho. As informações apresentadas no debate apontam que ele é suspeito de chefiar o tráfico de drogas ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) na região central de São Paulo.
Tarcísio utilizou a participação de Alessandra no evento para questionar Haddad durante o debate. O governador associou o episódio à discussão sobre segurança pública e combate ao crime organizado.
Haddad, por sua vez, afirmou que não sabia que a mulher possuía qualquer relação familiar com uma pessoa investigada por envolvimento com o tráfico. O candidato também disse que, caso soubesse de uma situação de crime, teria tomado providências.
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A norma reduziu a validade dos registros de dez para três anos, no caso de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, e para cinco anos, nas demais hipóteses.
Mesárias, mesários e fiscais de partido também são abrangidos pelas regras do Código Eleitoral.
A medida foi determinada depois que o TSE manteve o indeferimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho.
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