Alexandre de Moraes, ministro do STF e o ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/Redes sociais e Gustavo Moreno/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira, 20 de março, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o novo pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na semana passada, Bolsonaro passou mal no presídio e foi levado para o Hospital DF Star, onde continua internado. O ex-presidente se recupera de um quadro de pneumonia bacteriana.
O pedido para que a PGR apresente um parecer foi feito após a direção da Papudinha informar a Moraes que a transferência para a unidade hospitalar ocorreu em razão do "risco de morte" do ex-presidente.
Mais cedo, no relatório enviado ao Supremo, o presídio comunicou oficialmente ao ministro que realizou a escolta para o hospital.
"A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star", diz o relatório.
Após o ex-presidente passar mal, a defesa fez novo pedido de prisão domiciliar a Moraes. Não há prazo para decisão.
De acordo com boletim médico divulgado na manhã de hoje, Bolsonaro segue internado e não tem previsão de alta.
A equipe médica de Jair Bolsonaro (PL) enviou ao ministro Alexandre de Moraes um prontuário sobre o estado de saúde do ex-presidente.
Segundo a defesa de Bolsonaro, o documento foi anexado na tarde desta sexta-feira, 20 de março, ao pedido de prisão domiciliar enviado ao magistrado.
Após a internação do ex-presidente na última sexta-feira, 13, para tratar uma pneumonia, aliados intensificaram os esforços para que o Supremo conceda o retorno à prisão domiciliar.
Bolsonaro está detido no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder após as eleições de 2022. I
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A medida havia sido foi aprovada pela CPI do Crime devido ao seu vínculo com a Reag Investimentos, instituição que foi liquidada pelo Banco Central e está envolvida nas fraudes financeiras investigadas no caso do Banco Master.
Ao discursar sobre representação feminina e o enfretamento da violência política de gênero, a ministra disse que foi informada de que poderia ser alvo de um atentado.
O banqueiro passou a cogitar delatar quem teve relações pessoais com ele, como políticos e juízes, após o STF formar maioria de votos para mantê-lo preso na Penitenciária Federal em Brasília, presídio de segurança máxima.
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