Socorro Pimentel e Júnior Matuto. Foto: Alepe
A deputada estadual e líder do governo Raquel Lyra (PSDB) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Socorro Pimentel (União Brasil), emitiu uma nota de repúdio a uma fala do deputado Júnior Matuto (PSB) direcionada à governadora.
Durante uma sessão na Alepe, o parlamentar utilizou palavras consideradas por Socorro como “de baixo calão e indecorosas” ao se referir a Raquel Lyra. A líder do governo também destacou, em sua publicação, que não seria a primeira vez que Júnior Matuto faz uso desse tipo de discurso.
CONFIRA NOTA
Como deputada estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, manifesto meu mais veemente repúdio às palavras de baixo calão e indecorosas proferidas pelo deputado Júnior Matuto (PSB) contra a governadora Raquel Lyra, durante a reunião plenária de ontem.
Não é a primeira vez que o referido parlamentar adota postura incompatível com o cargo, recorrendo a ataques pessoais e desrespeitosos, que nada contribuem para o debate democrático. É inadmissível que, no espaço onde a população pernambucana espera equilíbrio e responsabilidade, tenhamos que assistir a manifestações marcadas pelo machismo e pela falta de decoro.
Diante da gravidade do ocorrido, levarei o caso à Comissão de Ética da Casa, para que as medidas cabíveis sejam adotadas, reafirmando que o Parlamento não pode ser palco para agressões e desrespeito, especialmente contra mulheres que exercem mandatos legítimos.
Como mulher e representante do povo, solidarizo-me integralmente com a governadora Raquel Lyra. Seguiremos firmes no enfrentamento ao machismo estrutural que ainda tenta silenciar e desmerecer mulheres na política. Nosso trabalho, nossa capacidade e nossa liderança falam mais alto que qualquer insulto.
A democracia se fortalece com respeito, e não com ofensas. Pernambuco merece uma política à altura de sua história e de seu povo.
Socorro Pimentel
Deputada Estadual – Líder do Governo
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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