Silvio Costa Filho e Jair Bolsonaro. Foto 1: Câmara dos deputados Foto 2: Marcelo Camargo/Agência Brasi
O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), afirmou que os problemas fiscais enfrentados atualmente pelo Brasil são consequência da gestão anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo ele, o governo passado foi o principal responsável pelo desequilíbrio nas contas públicas.
“O [ex] ministro [da Economia] Paulo Guedes deixou um superávit R$ 48 bilhões [em 2022], mas deixou uma dívida contratada de R$ 170 bilhões sem apresentar as contas do financiamento. Para mim, o maior irresponsável fiscal deste país foi o governo anterior, de onde o Bolsa Família saiu de R$ 200 para R$ 600”, disse Silvio em evento recente.
A declaração chama atenção por vir de um ministro do governo Lula que integra o Republicanos, partido que, apesar de ocupar espaço na Esplanada, deve lançar para a corrida presidencial de 2026 um nome alinhado ao bolsonarismo.
A legenda tem se aproximado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro de Bolsonaro e possível candidato ao Planalto.
Silvio, portanto, critica a política fiscal do governo Bolsonaro ao mesmo tempo em que seu partido se articula para apoiar um dos principais nomes do campo bolsonarista nas eleições presidenciais.
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O ex-governador de Pernambuco afirmou que pode retomar as atividades na instituição após cumprir o período de quarentena previsto na legislação.
A fala do petista ocorre em meio a outras iniciativas que buscam atrair as mulheres. Uma delas é o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.
O deputado era casado com a parlamentar Fernanda Melchionna, que também pertence à mesma sigla.
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