Silas Malafaia critica Barroso após fala sobre anistia aos atos de 8 de janeiro Foto: Arte/Portal de Prefeitura
No domingo, 27 de abril, o pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais para manifestar críticas ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. A manifestação ocorreu em resposta a declarações recentes de Barroso, que se posicionou contra a possibilidade de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, classificando o episódio como “imperdoável”.
Em sua publicação, Malafaia apresentou uma série de críticas à atuação do STF e do ministro Barroso, listando, de forma numerada, situações que, segundo ele, também deveriam ser consideradas inaceitáveis. O líder religioso questionou a imparcialidade da Corte, mencionando decisões que considera extrapolar os limites institucionais do tribunal.
Malafaia também abordou o que entende como imparcialidade, perseguição política e decisões que, segundo ele, ultrapassam os limites das atribuições do tribunal.
Nas críticas, Malafaia questiona a conduta do ministro Barroso e de outros integrantes do STF, alegando que, nos últimos meses, a Corte tem adotado posicionamentos que ele considera politicamente influenciados, parciais e além dos limites institucionais estabelecidos pela Constituição.
“Imperdoável é ver o presidente do STF fazendo pré-julgamento de um processo ainda em andamento e sem estar nos autos.”
“Imperdoável é tentar manipular a opinião pública por meio da mídia.”
“Imperdoável é ver um ministro do STF desqualificando um cidadão com a expressão: ‘Perdeu, mané!'”
“Imperdoável é ter um ministro que, em momento algum, demonstra imparcialidade ao declarar: ‘Nós derrotamos o Bolsonarismo!'”
“Imperdoável é ver o STF se intrometer em questões que não são de sua competência, como no caso do projeto de anistia.”
“Imperdoável é o STF condenar pessoas inocentes em nome de uma perseguição política.”
“Imperdoável é o STF ter à sua frente um presidente como você.”
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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