Senadora Teresa Leitão. (Foto: Mariana Leal)
A senadora Teresa Leitão foi eleita líder do PT no Senado. A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira, 7 de abril, durante reunião da liderança do partido e foi unânime. Com o novo espaço, a senadora passa a exercer a responsabilidade de coordenar a atuação da bancada petista.
“Assumi com muita alegria e muita gratidão a tarefa de liderar o PT no Senado. É um momento de muitos desafios para o nosso partido, por conta das pautas que estão por vir, e vamos precisar de toda unidade e de muita coragem, mas, sobretudo, de muita esperança naquilo que estamos construindo para o Brasil com o nosso querido presidente Lula”, declarou a parlamentar.
Reconhecida por mandato dedicado ao povo pernambucano e brasileiro, ela assume a posição de liderança em um momento de importante articulação política.
A nova função se soma à sua trajetória, marcada pela atuação em defesa da educação, da cultura e dos direitos sociais, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas e do diálogo no Senado Federal.
Teresa sucede a senadora Augusta Brito, que ocupou a liderança recentemente e que, por sua vez, havia sucedido o senador Rogério Carvalho.
Os senadores pernambucanos Teresa Leitão e Humberto Costa, ambos do PT, foram eleitos entre os três melhores senadores do Nordeste na categoria Júri Popular do Prêmio Congresso em Foco 2025.
A cerimônia de premiação foi realizada em agosto do ano passado, em Brasília.
Acompanhados por Augusta Brito (PT-CE), os dois parlamentares foram os únicos entre os 27 senadores nordestinos a receber a honraria nesta categoria, que reconhece os parlamentares mais votados pelo público em todo o país.
Esta é a terceira vez consecutiva que Teresa Leitão recebe o prêmio, consolidando sua atuação no Congresso Nacional em defesa da educação pública, dos direitos sociais e da democracia. A senadora tem sido uma voz ativa na valorização dos profissionais da educação, no fortalecimento da escola pública e na ampliação do acesso à aprendizagem de qualidade.
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O militar desapareceu na madrugada do sábado (17), levando um fuzil e 20 munições.
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
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