As declarações ocorreram neste sábado, 1º, na eleição da Câmara dos Deputados. O ministro também afirmou que deve haver uma política de crédito agrícola para atingir a cesta básica.
Paulo Teixeira e Carrinho de alimentos Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O ministro do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que a redução do preço do dólar deve refletir na baixa do preço dos alimentos e que a produção agrícola não é o problema.
As declarações ocorreram neste sábado, 1º, na eleição da Câmara dos Deputados. Teixeira tem um mandato de deputado federal pelo PT de São Paulo e estava na Casa horas antes da votação. Ele apoia o favorito à presidência da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
"A âncora maior do aumento do preço dos alimentos não é a produção agrícola. Nós temos a maior produção agrícola do Brasil A âncora é no dólar. O dólar subiu muito fortemente, efeito Trump, e agora baixou, o que vai repercutir na baixa dos alimentos", declarou.
Teixeira continuou: "Ao mesmo tempo, tem o chamado ciclo do boi. Esse ciclo do boi, onde tem excesso de abates e falta carne, ele está passando. Ele está acabando, ele já acabou. Então, isso vai refletir também na carne".
O ministro também afirmou que deve haver uma política de crédito agrícola para atingir a cesta básica. Segundo ele, os produtos frescos não tiveram impacto da inflação.
"Nós estamos ajustando, já fizemos isso no Pronaf, devemos fazer isso no Pronampe, o crédito agrícola, para ele repercutir sobre a cesta básica. Vocês podem ver que não teve inflação nos produtos frescos, in natura", declarou.
Teixeira acrescentou: "A inflação foi na carne, no açúcar, no café, nos derivados de soja e milho e na laranja. Esses produtos, basta diminuir o dólar, que você terá mais ofertas desses produtos a um preço mais barato".
O ministro disse ainda que o ano está mais tranquilo do ponto de vista climático, o que também deve ter reflexo no aumento da produção agrícola. Ele afirmou, na sequência, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem "olhar de lince" sobre os preços dos alimentos, por afetarem os mais pobres, mas que "não pretende adotar nenhuma medida heterodoxa".
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O militar desapareceu na madrugada do sábado (17), levando um fuzil e 20 munições.
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
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