Raquel Lyra segurando a bandeira de Pernambuco. Foto: Divulgação
Pernambuco projeta alcançar em 2026 uma receita da ordem de R$ 54,7 bilhões, o que permitirá investimentos totais de R$ 6,16 bilhões no período. A estimativa foi anunciada, na terça-feira, 12 de agosto,, pelo secretário estadual de Planejamento, Fabrício Marques, em audiência pública da Comissão de Finanças da Alepe para apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias ( PLDO nº 3086/2025).
De acordo com o gestor, os recursos serão fundamentais para a execução de obras e ações estruturadoras para o Estado. Entre as iniciativas mencionadas por Marques, destaque para medidas voltadas à melhoria do abastecimento de água, a exemplo do Programa Águas de Pernambuco, e para a recuperação e construção de estradas.
“Sem grandes investimentos para enfrentar o desafio hídrico, em rodovias como o Arco Metropolitano, em educação, a gente ainda vai ter dificuldade para ser atrativo do ponto de vista de investimentos privados”, avaliou Marques.
Sobre o conteúdo da LDO 2026, o secretário esclareceu que a proposição manteve o formato consolidado desde 2016. As principais mudanças dizem respeito ao aumento do teto das emendas parlamentares, que passará de 0,8% para 0,9% da Receita Corrente Líquida, e à redução dos ciclos para pagamento dessas indicações legislativas. Atualmente são nove etapas até a execução dos recursos, e a nova proposta é para que sejam apenas duas.
“Em relação ao último ano do governo anterior, estamos com uma cota parlamentar que, em termos nominais, foi aproximadamente triplicada de 2022 a 2026. E, naturalmente, as propostas que estamos fazendo de alteração, tanto do valor mínimo de destinação quanto do número de ciclos, estão alinhadas a essa expansão”, pontuou.
Marques reforçou o interesse da gestão atual em facilitar a liberação dos recursos e observou que as mudanças sugeridas têm o Governo Federal como modelo. Por fim, ele destacou que as regras básicas para elaboração das emendas serão mantidas, a exemplo da destinação de 50% das sugestões legislativas para a área de saúde.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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