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Salvador inclui leitura da Bíblia como recurso pedagógico em escolas públicas e privadas

Lei sancionada pelo prefeito Bruno Reis permite que histórias bíblicas sejam usadas em diferentes disciplinas e projetos escolares.

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14 de novembro de 2025 às 18:02   - Atualizado às 18:11

Prefeito de Salvador BA, Bruno Reis, segurando bíblia em evento evangélico

Prefeito de Salvador BA, Bruno Reis, segurando bíblia em evento evangélico Foto: Reprodução/Rede Social

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), sancionou uma lei que inclui a Bíblia Sagrada como recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da capital. A publicação foi realizada no Diário Oficial da cidade nesta quarta-feira (12) e segue proposta apresentada pelo vereador Kênio Rezende (PRD).

De acordo com o texto da lei, a Bíblia poderá ser utilizada em diversas disciplinas e projetos pedagógicos, como História, Literatura, Ensino Religioso, Artes e Filosofia. A medida visa oferecer aos estudantes uma abordagem mais ampla de conteúdos culturais e literários, usando histórias bíblicas para estimular a reflexão e o aprendizado.

Segundo a proposta, a utilização da Bíblia nas escolas será opcional e adaptada ao currículo pedagógico de cada instituição, respeitando o direito de pais e responsáveis de decidirem sobre a participação de seus filhos em atividades que envolvam leitura religiosa.

Objetivos e impactos da lei

A lei pretende ampliar o repertório cultural e literário dos alunos, permitindo que os conteúdos bíblicos sejam analisados de forma crítica e contextualizada. O prefeito Bruno Reis destacou que a medida busca enriquecer a experiência educacional, sem promover doutrinação religiosa:

“O objetivo é oferecer mais um recurso pedagógico, que contribua para a formação integral dos estudantes”, afirmou.

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Especialistas em educação apontam que o uso de textos religiosos em sala de aula, quando realizado de forma interdisciplinar e crítica, pode estimular habilidades como interpretação de texto, análise histórica e debate filosófico. No entanto, também destacam a importância de garantir o respeito à diversidade religiosa entre os alunos.

Aplicação prática nas escolas

Conforme a lei, os professores poderão desenvolver atividades envolvendo contação de histórias, análises literárias, debates filosóficos e projetos artísticos com base nas narrativas bíblicas. A expectativa é que essa abordagem interdisciplinar fortaleça a compreensão de valores históricos e culturais presentes na sociedade.

O vereador Kênio Rezende, autor da proposta, ressaltou que a iniciativa pretende “aproximar os estudantes do patrimônio literário e cultural que a Bíblia representa, incentivando o pensamento crítico e reflexivo”.

Com a publicação da lei, Salvador passa a integrar um grupo crescente de cidades que utilizam textos religiosos como instrumentos pedagógicos, reforçando o debate sobre educação, cultura e pluralidade de conhecimentos nas escolas.

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