A rodovia federal tem 885 quilômetros de extensão e aguarda há quase quatro décadas a pavimentação completa do chamado "trecho do meio", considerado o mais crítico.
Richard Rasmussen Foto: Reprodução
O biólogo e apresentador Richard Rasmussen voltou a chamar atenção para a situação da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Durante sua Expedição Transamazônica recente ao lado de influenciadores digitais, ele percorreu trechos da estrada para dar visibilidade à realidade enfrentada por milhares de amazônidas que dependem da via.
Em tom de desabafo, Rasmussen afirmou que o debate em torno da BR-319 não pode ser tratado apenas como uma pauta ambiental. Segundo ele, trata-se também de uma questão humanitária. “Estamos lidando com pessoas. O amazônida está isolado. Isso não é justo”, destacou durante a viagem.
A BR-319 tem 885 quilômetros de extensão e aguarda há quase quatro décadas a pavimentação completa do chamado “trecho do meio”, considerado o mais crítico.
Enquanto o impasse político e ambiental se arrasta, moradores da região enfrentam dificuldades diárias para trabalhar, estudar e acessar serviços de saúde e outros serviços essenciais. Em períodos de chuva, partes da estrada se tornam praticamente intransitáveis.
A discussão sobre a BR-319 envolve diferentes interesses e preocupações. De um lado, comunidades locais e representantes da região defendem a recuperação total da rodovia como forma de garantir desenvolvimento econômico e integração.
Do outro, ambientalistas alertam para o risco de avanço do desmatamento e da grilagem de terras caso a pavimentação avance sem controles rígidos.
O governo federal busca avançar no processo de licenciamento ambiental. No entanto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, tem ressaltado a necessidade de cautela. Segundo ela, grandes obras na Amazônia precisam considerar impactos ambientais e medidas efetivas de fiscalização para evitar danos irreversíveis.
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O crime ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo.
As ações são coordenadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), com recursos do Fundo INOVAR-PE e execução da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE).
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