Richard Rasmussen tem carro apreendido pela PRF Foto: Reprodução/Instagram
No último sábado, 21 de fevereiro, o biólogo e influenciador digital Richard Rasmussen conhecido por levar o público a experiências próximas à vida na Amazônia, teve seu carro apreendido pela Policia Rodoviária Federal (PRF), no município de Careiro da Várzea (AM), enquanto atravessavam a BR-319 rumo a Manaus, enquanto ele e o influenciador do mundo fitness, Renato Cariani lideravam a Expedição Transamazônica.
O episódio ganhou repercussão não apenas pelo caráter inusitado da ação policial, mas pelo debate que Rasmussen buscava levantar sobre o isolamento logístico e as condições precárias das rodovias da região.
O grupo percorreu aproximadamente 1.500 quilômetros em sete dias, enfrentando lama, atoleiros e obstáculos naturais nas rodovias BR-230 e BR-319, com o objetivo de documentar a realidade enfrentada diariamente pela população local.
Para ele, a Amazônia não é apenas um conjunto de florestas e animais, mas também de pessoas que dependem de infraestrutura básica para se deslocar, trabalhar e ter acesso a serviços essenciais.
O UTV utilizado na expedição é um veículo utilitário off-road, projetado especificamente para trilhas, terrenos acidentados e propriedades rurais. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), esses veículos não possuem homologação para circulação em rodovias federais ou vias urbanas, por não atenderem aos requisitos mínimos de segurança exigidos para o tráfego regular. Por esse motivo, a PRF realizou a retenção do veículo.
Durante a abordagem, que foi transmitida ao vivo pelas redes sociais de Rasmussen, o biólogo reconheceu a legalidade da ação. No entanto, ele questionou a forma como a fiscalização é realizada.
Segundo seu relato, moradores locais circulam regularmente em motocicletas sem capacete ou em veículos irregulares sem sofrer qualquer tipo de abordagem, o que evidencia uma atuação “pontual” das autoridades, em vez de uma fiscalização integral e uniforme ao longo da rodovia.
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Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
Períodos de temperaturas elevadas, baixa umidade e queimadas exigem maior esforço do organismo para controlar a temperatura corporal.
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