Presidentes Lula e Trump. Foto: Ricardo Stuckert/PR e Reprodução/@realdonaldtrump.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por videoconferência, na manhã desta segunda-feira, 6 de outubro, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O diálogo, que durou cerca de 30 minutos, teve como principais temas as tarifas impostas a produtos e sanções a autoridades brasileiras.
Lula comentou em seus perfis no Instagram e no X que os dois chefes relembraram a “boa química” que tiveram em um rápido encontro nos Estados Unidos, durante a Assembleia Geral da ONU.
"Recebi, nesta manhã (6/10), telefonema do presidente Trump. Conversamos por 30 minutos e relembramos a boa química que tivemos no encontro em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.
Considero nosso contato direto como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente.
No telefonema, recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.
O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad.
Nós concordamos em nos encontrar pessoalmente em breve. Sugeri a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterei o convite a Trump para participar da COP 30, em Belém; e também me dispus a viajar aos Estados Unidos.
Eu e o presidente Trump trocamos telefones para estabelecermos uma via direta de comunicação. Estavam comigo na conversa meu vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim."
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Nascida no dia 30 de novembro de 1934, em Uiraúna, na Paraíba, Erundina é formada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O escritor disse ainda que deve abandonar a vida político-partidária.
O ministro do STF também disse que os servidores do Supremo "permaneceram vigilantes" em relação à preservação da democracia.
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