Presidente Lula Marcelo Camargo/Agência Brasil
A mais recente pesquisa eleitoral 2026, realizada pelo Instituto Gerp e publicada pela Exame, revela um cenário delicado para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com os dados, Lula apresenta desempenho inferior em segundo turno contra seis nomes da centro-direita testados, incluindo Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Eduardo Bolsonaro, Ratinho Junior e Ciro Gomes. A única exceção são os governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil), com quem Lula aparece tecnicamente empatado.
A pesquisa eleitoral 2026 mostra o ex-presidente Jair Bolsonaro na liderança com 42% das intenções de voto no primeiro turno, contra 26% de Lula. Em uma simulação de segundo turno, Bolsonaro ampliaria essa vantagem para 52% contra 32%. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também supera Lula, por 46% a 34%, e o governador Tarcísio aparece com 47% a 31% — consolidando um avanço da direita em todos os cenários.
Os dados reforçam um fenômeno político relevante: a rejeição crescente a Lula em diferentes perfis do eleitorado. A avaliação negativa de seu governo, combinada a fatores como desgaste econômico, críticas à condução política e desgaste da imagem institucional do PT, tem afetado diretamente sua posição nas sondagens eleitorais. A pesquisa eleitoral 2026 evidencia essa tendência de forma estatística e preocupante para os aliados do Planalto.
A pesquisa foi realizada com 2.000 entrevistados entre os dias 23 e 30 de junho e tem margem de erro de 2,24 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A metodologia seguiu critérios de representatividade regional e perfil sociodemográfico.
Diante desse cenário, Lula e seu governo enfrentam o desafio de reverter a trajetória descendente em popularidade, buscando entregar resultados concretos à população, reformular a comunicação institucional e reconstruir pontes com setores mais críticos do eleitorado.
A pesquisa eleitoral 2026 é, portanto, um sinal claro de que a disputa pela Presidência será árdua — e que o favoritismo, neste momento, está com a direita.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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