A informação foi compartilhada pela coluna do jornalista Romoaldo de Souza, do Jornal do Commercio. Segundo ele, Kassab tem dado a entender que o ideal para o PSD em 2026 seria compor a chapa com o presidente Lula.
Governadora Raquel Lyra e o presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, está sendo cotada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para compor uma chapa com o presidente Lula (PT), se tornando a vice do líder petista na disputa pela reeleição.
A informação foi compartilhada pela coluna do jornalista Romoaldo de Souza, do Jornal do Commercio. Segundo ele, Kassab tem dado a entender que o ideal para o PSD em 2026 seria compor a chapa com o presidente Lula. Com isso, o nome de Raquel seria a principal aposta.
Com o PSD na vice de Lula, os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná, desistiriam da disputa pelo Planalto e concentrariam as suas forças nas candidaturas pelo Senado - cada um no seu estado.
Presidente
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deve se lançar oficialmente como pré-candidato a presidente do Brasil a partir de setembro deste ano.
De acordo com O GLOBO, o lançamento oficial virá acompanhado do discurso que visa reforçar quatro pontos centrais de sua pré-candidatura: segurança pública, combate à inflação e à corrupção, austeridade e respeito aos valores cristãos.
Zema já tem conversado com economistas liberais mirando 2026. Já esteve com Marcos Lisboa, Mansueto Almeida, Samuel Pessoa e Pedro Jobim.
O governador vai rodar o Brasil, inicialmente com parcimônia, para não ser acusado de ter largado o governo de Minas Gerais. Sua pré-campanha conta desde abril com Renato Pereira, marqueteiro especialmente contratado pela Novo para polir sua imagem.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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