Ex-presidente Bolsonaro. Alan Santos/PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve começar a cumprir a pena de mais de 27 anos de privação de liberdade ainda neste ano. Nesta quinta-feira, 11, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-mandatário e mais sete ex-integrantes de seu governo por cinco crimes, incluindo golpe de Estado.
Bolsonaro já está em prisão domiciliar há mais de um mês por ter descumprido medida cautelar imposta pelo ministro Alexandre de Moraes. Com a condenação, o próximo passo é a leitura da ata do julgamento, prevista para dia 23. A partir disso, o Supremo tem até 60 dias para publicar o acórdão, que é a íntegra do que foi decidido na Primeira Turma. Após essa publicação, os advogados poderão apresentar os recursos em no máximo cinco dias.
Como mostrou o Estadão, para que o acórdão seja publicado, cada ministro precisa enviar a versão revisada dos votos proferidos em plenário. Os gabinetes estão realizando ajustes nos textos, especialmente por conta das mudanças negociadas em plenário em torno da dosimetria das penas dos condenados.
A expectativa é que o trânsito em julgado, ou seja, o esgotamento dos recursos possíveis, quando os ministros terminam de avaliar eventuais embargos declaratórios apresentados pelas defesas, ocorra em novembro. A partir daí é que se inicia o cumprimento da pena. Bolsonaro foi condenado por organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.
Somando as penas impostas por cada crime e os respectivos atenuantes e agravantes, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, sendo 24 anos e 9 meses de reclusão, além de pagamento de 124 dias-multa, cada dia-multa fixado em dois salários mínimos.
Estadão Conteúdo.
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A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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